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Ambiente·

Andorra aprova 237 abates de camurça para época de caça de 2026 com crescimento populacional

A Comissão de Monitorização da Caça aumentou as quotas para 237 animais em 2026 devido ao aumento saudável para 1186 exemplares e ausência de doenças, garantindo gestão sustentável.

Pontos-chave

  • População de camurça cresceu para 1186 de 1119, com taxa de 26,14% e sem doenças.
  • 221 abates na semana da camurça de 13-20 setembro em terrenos comuns, mais 20 que no ano passado.
  • 16 abates em reservas como Xixerella e Ransol; Enclar tem plano separado para 30.
  • Quotas baseadas em censos para gestão sustentável sob lei da caça de Andorra.

A Comissão de Monitorização da Caça aprovou quotas para 237 abates de camurça na época de 2026, um aumento face aos 223 do ano anterior, após o crescimento da população para 1186 animais.

A comissão, que se reuniu na terça-feira sob a presidência do ministro do Ambiente, Agricultura e Pecuária Guillem Casal, baseou a decisão em censos florestais que mostram um aumento desde as 1119 camurças em 2025. A taxa de crescimento populacional subiu para 26,14% face aos 21,89% anteriores, sem deteção de doenças nos animais monitorizados.

Do total, 221 abates ocorrerão durante a semana da camurça, de 13 a 20 de setembro, em terrenos cinegéticos comuns, um aumento de 20 face à última época. Em 2025, os caçadores abateram 164 das 201 camurças autorizadas nesse período, ou 81%, com um pico de 50 abates no dia mais movimentado.

As candidaturas atingiram 401 este ano, sete mais do que as 394 registadas anteriormente, abrangendo 207 caçadas em grupo e 194 pedidos individuais. As atribuições aguardam aprovação do Conselho de Ministros e uma ordem ministerial no BOPA, com licenças e marcas disponíveis a partir de 1 de setembro.

Os restantes 16 abates estão alocados a reservas: seis em Xixerella e 10 no vale de Ransol e no Parque Natural de Vall de Sorteny. A reserva de Enclar tem um plano específico para 30 abates — dois machos de troféu e 28 seletivos — entre 19 de outubro e 25 de dezembro.

Estes limites seguem a lei da caça de Andorra e os censos anuais, garantindo que as quotas correspondam ao estado da espécie para uma gestão sustentável dos ecossistemas montanhosos e da fauna selvagem.

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