Corpo de voluntários da Proteção Civil cresce para 25, recruta mais 10-15
Criado ao abrigo da Lei Qualificada da Proteção Civil, o grupo de voluntários tem agora 25 membros ativos e seleciona uma segunda fornada.
Pontos-chave
- Primeira fornada tem 25 voluntários ativos; entrevistas em curso para 10-15 recrutas adicionais.
- Funções agrupadas em prevenção, resposta a emergências e recuperação.
- Voluntários recebem formação específica e missões adequadas a preferências; assiduidade é voluntária.
- Apoiaram Jogos dos Pequenos Estados da Europa, Taça do Mundo de BTT e exercícios conjuntos; sem ativações em emergências reais até agora.
A primeira fornada do corpo de voluntários da Proteção Civil, criado há pouco mais de um ano ao abrigo da Lei Qualificada da Proteção Civil, tem agora 25 membros ativos. Nadia Olm, responsável pela área de voluntariado, diz que o grupo destaca-se pela disponibilidade e motivação. Estão em curso entrevistas para selecionar uma segunda fornada de cerca de 10 a 15 voluntários adicionais.
Os responsáveis remontam a necessidade de um corpo de apoio voluntário a grandes eventos como as cheias de 1982 e a avalanche de Arinsal, que sublinharam a importância de ter pessoas formadas disponíveis em situações críticas. Olm sublinha que o voluntariado é voluntário: o corpo não pode exigir a presença em todas as ativações e não há uma taxa mínima de assiduidade fixa, embora se espere um nível básico de compromisso. O departamento também tenta adequar as missões às preferências individuais, desde ações de sensibilização a resposta a emergências ou apoio em eventos desportivos e sociais.
Os voluntários recebem formação específica antes de participarem em operações. As responsabilidades do corpo agrupam-se em três áreas principais: prevenção (apoio em eventos, ações de sensibilização, etc.), resposta a emergências e recuperação e regresso à normalidade. «Mais mãos, melhor», diz Olm.
O primeiro grande empenho da unidade foi nos Jogos dos Pequenos Estados da Europa, onde os voluntários ajudaram na segurança e no trânsito. Apoiaram também a Taça do Mundo de BTT, atividades de mentoria, palestras de prevenção e exercícios conjuntos com bombeiros. Até agora, não foram necessários em emergências reais.
A voluntária Irene Rossell descreve o grupo como coeso e diverso, com membros dos 20 aos quase 70 anos. Ingressou após se comover com uma tempestade grave em Espanha e querer ajudar o seu país. Rossell considera a experiência transformadora: as pessoas estão muito envolvidas, o departamento de Proteção Civil facilita a participação e não há pressão para estar presente em todas as ativações. «Cada pessoa dá o que pode e quando pode», diz ela. «O voluntariado é uma experiência bonita que nos recorda que estamos aqui para nos ajudarmos uns aos outros.»
Fontes originais
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