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Ambiente·

Governo adjudica 714 mil euros em contratos para planos de recuperação de sete espécies em perigo

Duas empresas vão implementar planos de recuperação para sete espécies em perigo de 2025 a 2029, após aprovação dos planos pelo governo e lançamento de concurso público.

Sintetizado a partir de:
El PeriòdicAltaveuDiari d'Andorra

Pontos-chave

  • Duas empresas vão implementar planos de recuperação para sete espécies em perigo de 2025 a 2029, após aprovação dos planos pelo governo e lançamento de concurso público.

O governo adjudicou contratos a duas empresas para implementar planos de recuperação de sete espécies animais em perigo, comprometendo um total de 714 222,67 euros ao longo de cinco anos (2025-2029).

A Ambient, Biologia i Tècnica M&S vai executar os planos para o sapo-comum (174 427,92 euros) e o gato-bravo (202 834,50 euros). A Biologia i Comunicació SL vai gerir as ações de recuperação para quatro rapinas noturnas — a coruja-das-torres (Tyto alba), o mocho-pequeno (Otus scops), o bufo-real (Bubo bubo) e a coruja-dos-pireneus — num contrato combinado de 215 165,50 euros, e para a espécie local conhecida como "serenalla pallaresa" (121 794,75 euros).

Os contratos foram lançados a concurso público no mesmo dia em que o governo aprovou formalmente os planos de recuperação, com o objetivo declarado de iniciar a implementação o mais rapidamente possível. Os planos, estabelecidos ao abrigo da Lei de Conservação do Ambiente Natural, da Biodiversidade e da Paisagem, destinam-se a avaliar o estado de conservação de cada espécie, identificar as causas do declínio e definir e planear as ações necessárias para conservar e restaurar as populações e os habitats.

Segundo o porta-voz do governo, Guillem Casal, os planos de recuperação foram elaborados por especialistas e validados pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Estratégia Nacional para a Biodiversidade (CENBA). A CENBA inclui representantes do governo, dos comuns, dos setores agrícola e pecuário, da Federação Andorrana de Caça e Pesca (FACIP), da gestão de estâncias de esqui, de organizações de conservação da natureza, de instituições de investigação e de federações de veículos motorizados.

Com estes sete projetos, o país tem agora 22 planos de recuperação aprovados desde 2024, representando um investimento total planeado superior a 1,3 milhões de euros para o período 2024-2029, no âmbito dos esforços para preservar a biodiversidade e travar os declínios em curso.

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