Habitantes de Organyà indignados com cortes repetidos de eletricidade atribuídos à Endesa
A vila pirenaica sofreu seis interrupções no fornecimento elétrico em três meses, incluindo uma avaria prolongada a partir de 27 de novembro que deixou casas e empresas sem luz.
Pontos-chave
- Seis interrupções elétricas em três meses; última avaria deixou a vila sem eletricidade desde a tarde de 27 de novembro até ao meio da manhã seguinte.
- Habitantes relatam alimentos estragados, perda de aquecimento/água quente, impossibilidade de cozinhar e preocupações de segurança pública por ruas sem iluminação.
- Presidente Celestí Vilà diz que empresas locais sofrem danos e critica fraca comunicação empresa-município; apela à Endesa para resolver problemas.
- Publicações sociais do município mostram avisos repetidos por manutenção; residentes responsabilizam Endesa pela continuidade das avarias.
Os habitantes de Organyà dizem estar fartos dos frequentes cortes de eletricidade após terem registado seis interrupções nos últimos três meses. A mais recente, a 27 de novembro, deixou a vila sem eletricidade desde a tarde de quarta-feira até ao meio da manhã do dia seguinte, provocando fortes queixas dirigidas ao fornecedor, a Endesa.
As pessoas na vila pirenaica relatam que os avisos do município sobre cortes planeados se tornaram rotina. Muitos desses alertas referem trabalhos de «manutenção e melhoria da rede»; os avisos mais recentes foram publicados a 12 e 6 de novembro, 15 de outubro, 28 de setembro e 13 de setembro, este último a indicar que uma equipa técnica da Endesa investigava um incidente.
Os residentes dizem que as interrupções repetidas estão a causar prejuízos práticos e económicos. Citam preocupações com alimentos estragados em frigoríficos e congeladores, perda de aquecimento e água quente no inverno, e impossibilidade de cozinhar. Muitos sublinharam a particular vulnerabilidade de uma vila de montanha que depende fortemente da eletricidade para aquecimento.
A avaria prolongada no final de novembro irritou especialmente as pessoas, que descreveram «muitas horas sem aquecimento, água quente ou luz» e disseram que toda a vila ficou às escuras durante a noite.
O presidente da câmara Celestí Vilà disse à Pirineus TV que as falhas estão a causar graves danos a empresas e lojas locais, e a criar preocupações de segurança pública devido às ruas sem iluminação pública à noite. Criticou também a falta de comunicação fluida entre a empresa e o município e instou a Endesa a resolver os problemas em curso.
A Endesa foi apontada pelos residentes como responsável pelas perturbações. As publicações nas redes sociais do município mostram a sequência de notificações, refletindo a continuidade das interrupções que os residentes dizem ter erodido a confiança no serviço.
Fontes originais
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