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Ambiente·

Sondagem em Andorra Mostra Quase Metade de Apoio ao Parque Eólico de Maià Apesar de Preocupações com Paisagem

Sondagem revela 49,9% a favor e 33,2% contra, com 60% a notar impactes visuais negativos. Energia solar lidera preferências energéticas, mas hábitos de poupança energética continuam limitados.

Sintetizado a partir de:
Altaveu

Pontos-chave

  • 49,9% apoiam parque eólico de Maià, 33,2% opõem-se; 60% veem impacto negativo na paisagem.
  • Energia solar preferida por 55%, eólica 23,1%; 53,2% favorecem painéis em edifícios existentes.
  • Apenas 43% mudaram hábitos em casa, 31,4% no transporte; comuns: LEDs (47,5%), menos aquecimento (38,3%).
  • 56,6% dos agregados usam aquecimento a gasóleo; 51,6% querem mudança sustentável, 54,3% esperam descida de preços com parque eólico.

Uma recente sondagem de opinião pública em Andorra mostra que quase metade dos inquiridos apoia a construção de um parque eólico na área de Maià, embora as preocupações com o seu impacto visual permaneçam generalizadas.

A sondagem, realizada no âmbito do Observatori do segundo semestre, concluiu que 49,9% dos participantes estavam a favor do projeto, contra 33,2% que se opunham. Ambos os grupos reconheceram uma desvantagem significativa: 60% concordaram que a instalação teria um efeito negativo considerável na paisagem local. Joan Micó, que supervisionou a sondagem, observou que as opiniões podem mudar assim que surgirem detalhes específicos do projeto, sugerindo uma sondagem de acompanhamento após a divulgação de mais informação.

Os andorranos expressaram também visões mais amplas sobre prioridades energéticas e hábitos. A energia solar liderou as preferências com 55%, seguida pela eólica com 23,1% e hidroelétrica com 20%. A maioria (53,2%) acreditava que o desenvolvimento solar reduziria os preços da energia, embora 35% destacassem preocupações com a paisagem. A maioria (53,2%) favorecia a instalação de painéis solares em edifícios e infraestruturas existentes.

Os esforços de poupança de energia foram limitados. Apenas 43% relataram ter alterado hábitos em casa para reduzir o consumo, descendo para 31,4% no transporte e 26,6% no trabalho. Muito mais — 55,1%, 67,1% e 63,6%, respetivamente — indicaram ter feito poucas ou nenhuma alteração. Medidas comuns incluíram a mudança para lâmpadas LED ou iluminação semelhante (47,5%) e a redução do uso de aquecimento (38,3%), com 26,5% a optarem por mais viagens de autocarro.

Os sistemas de aquecimento dependiam fortemente de gasóleo, utilizado por 56,6% dos agregados familiares, enquanto 25,2% recorriam a opções elétricas. Mais de metade (51,6%) queria mudar para alternativas mais sustentáveis. A maioria (54,3%) esperava também que o parque eólico de Maià tivesse um impacto positivo nos preços da energia.

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Fontes originais

Este artigo foi agregado a partir das seguintes fontes em catalao: