Funk Unit de Nils Landgren incendeia abertura do 42.º Andorra Jazz Festival
O 42.º Andorra Jazz Festival arrancou com o concerto enérgico de Nils Landgren, superando expectativas com 512 bilhetes vendidos e uma mistura vibrante de géneros que entusiasmou fãs de funk e jazz. Paquito D'Rivera fecha sábado a 85%. (142 caracteres.) 142 caracteres.) 142 caracteres.) 142 caracteres.) 142 caracteres.) 142 caracteres.) 142 caracteres.) 142
Pontos-chave
- Swedish trombonist Nils Landgren performed with his Funk Unit at Prat del Roure, selling 512 tickets (74% capacity).
- Set featured hits like 'Unbreakable,' 'Stars in Your Eyes,' and 'House Party,' blending jazz, funk, rock, soul, and pop.
- Landgren introduced bandmates including Magnum Coltrane Price and Jonas Wall; crowd participated in vocals.
- Paquito D'Rivera headlines Saturday at 85% capacity.
O trompetista e cantor sueco Nils Landgren inaugurou o 42.º Andorra Jazz Festival na noite de quinta-feira no Prat del Roure, em Escaldes-Engordany, com uma atuação explosiva da sua Funk Unit que encheu 74% dos lugares disponíveis — 512 bilhetes vendidos para o concerto de abertura —, com o festival a registar uma ocupação média semelhante até agora.
A cônsul Rosa Gili abriu a noite chamando-lhe o início de uma semana de música de topo. O vereador da Cultura Valentí Closa notou que as expectativas antes do concerto não apontavam para lotação esgotada, mas a afluência superou as previsões. Landgren saudou o público com um alegre «Hola, bon dia!» em catalão limitado, explicando que toca a trompa — «a trompa vermelha» que define a sua carreira de mais de 30 anos como «o homem com a trompa vermelha». Desculpou-se por não falar catalão fluentemente, insistindo que a música derruba barreiras como linguagem universal.
O concerto começou com «Unbreakable», um tema de 2017 que marca o 25.º aniversário da banda e mereceu aplausos imediatos. Landgren apresentou a formação: o baixista e vocalista Magnum Coltrane Price, com o seu fato laranja característico no lado direito do palco; o guitarrista e vocalista Andy Pfeiler; o saxofonista Jonas Wall, impressionante desde a primeira música; o teclista Petter Bergander; e o baterista Robert Mehmet Ikiz. A interação apertada do ensemble destacou-se nos solos e na dinâmica coletiva, com cada músico a receber ovações.
Misturando jazz, funk, rock, soul e pop, o concerto ganhou ímpeto. Destaques incluíram «Stars in Your Eyes», gravado num estúdio em Palma de Maiorca onde Landgren recordou sessões diurnas seguidas de festas noturnas; o par do 30.º aniversário «Funky Feet» e o instrumental de Ikiz «Raspberry Jam», que misturou sons enérgicos e orgânicos; «Fonk da World», de 2001; e um participativo «Doin' It for the People», em que o público se dividiu em três grupos para vocais de apoio. Landgren elogiou: «Andorra, vocês são grandes!» Aos 70 anos, saltou e apontou para o céu, contagiar a multidão com energia.
O final explodiu com «House Party» — originalmente de Fred Wesley, colaborador de James Brown, com Ray Parker Jr., Ida Sand e Magnum Coltrane Price na gravação em Estocolmo — e «Ain’t Nobody». Fãs antigos de funk saíram eufóricos, enquanto tradicionalistas do jazz abraçaram a fusão fresca. Paquito D’Rivera é a figura de cartaz no sábado às 21h, próximo dos 85% de lotação.
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