Feira do Voluntariado ao ar livre na Plaça del Poble promove colaborações e inscrições
Mònica Bonell destacou o contacto direto com o público e o apoio governamental através de atualizações legislativas iminentes.
Pontos-chave
- Quarta Feira do Voluntariado realizada ao ar livre na Plaça del Poble para maior visibilidade.
- Ministra Mònica Bonell inaugurou o evento e referiu reformas à Lei do Voluntariado de 2010.
- Projeto de lei visa proteger direitos e modernizar normas; associações como GosSOS e Cruz Vermelha aplaudem e darão contributos.
A Plaça del Poble, em Andorra la Vella, acolheu no sábado a quarta Feira do Voluntariado, a primeira edição ao ar livre após as anteriores no Centro de Congressos. A mudança visava aumentar a visibilidade das 23 associações participantes, promover a colaboração entre elas e atrair novos voluntários através da apresentação de oportunidades locais.
A ministra da Cultura, Mònica Bonell, inaugurou o evento, que os grupos tinham pedido no ano passado para atrair mais transeuntes. Ela sublinhou como o espaço público permite aos residentes contactar diretamente com as organizações, compreender as suas missões e requisitos, e explorar formas de se envolverem.
Bonell realçou o compromisso do Governo com o sector, citando um projeto de lei apresentado na semana passada no parlamento para rever a Lei do Voluntariado de 2010. As alterações propostas procuram proteger os direitos dos voluntários e alinhar as normas com as práticas contemporâneas. Ela apelou às associações para darem contributos durante a revisão legislativa.
Os grupos manifestaram apoio às reformas, mesmo sem conhecer todos os detalhes. Audrey Montel, presidente da GosSOS, considerou as proteções ampliadas um avanço bem-vindo que eleva o seu perfil. Lluís de Juan, voluntário da Cruz Vermelha, viu-as como essenciais para consolidar o panorama do voluntariado.
Joaquim Pujol, que dirige a Área de Participação Juvenil e Voluntariado do Governo, observou que as autoridades procuraram contributos precoces, com algumas entidades a responderem e outras ainda a poderem contribuir. Sandra Cano, presidente da Associação de Jovens em Risco, apreciou a inclusão da sua perspetiva e pretende analisar o projeto de lei para mais observações.
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