Adrià Pujol, de 20 anos, vai dar palestra 'Get Shit Done' sobre hábitos atómicos para jovens
Adrià Pujol incentiva jovens em busca de propósito a adotarem pequenos hábitos diários em vez de extremos, alertando para distrações das redes sociais.
Pontos-chave
- Pujol promove hábitos atómicos como evitar elevadores para grandes resultados, rejeitando reformas insustentáveis.
- Culpa as redes sociais por matarem sonhos ao fomentarem procrastinação e busca de conforto.
- Partilha transição pessoal de vício em jogos e extremos para rotina equilibrada com descanso.
- Conselho central: Distinguir descanso produtivo de gratificação instantânea com metáfora do anjo e diabo.
Adrià Pujol, um jovem de 20 anos de La Massana que estuda administração de empresas, vai dar uma palestra na sexta-feira às 19h30 no Roc Blanc intitulada *Get shit done*. O evento dirige-se a jovens que lutam para encontrar o seu propósito na vida, um desafio que Pujol diz que muitos enfrentam.
Pujol argumenta que alcançar grandes objetivos exige esforço consistente, mesmo quando é tedioso. «Se queres tornar-te milionário, tens de trabalhar num projeto que te leve lá — não o vais fazer a rolar o TikTok», afirma. Rejeita reformas radicais como insustentáveis, dadas as limitações humanas em emoções e capacidade mental. Em vez disso, defende «hábitos atómicos» — pequenas mudanças diárias que produzem resultados massivos a longo prazo. Por exemplo, para construir um estilo de vida ativo, evita o elevador em vez de te comprometeres com treinos diários de 90 minutos.
Identifica barreiras emocionais como resistência e bloqueios mentais, incentivando a autoconhecimento e o cuidado com a saúde mental. No entanto, aponta as distrações modernas como obstáculos maiores, declarando que «as redes sociais são o que matou mais sonhos hoje em dia». O cérebro anseia pelo conforto dos reels e do TikTok em detrimento da ação produtiva.
A procrastinação não é intrinsecamente má, nota Pujol, mas compreender a sua causa importa: é descanso genuíno ou facilidade a curto prazo? Usa a metáfora do anjo e do diabo — o anjo procura o bem-estar a longo prazo, o diabo a gratificação instantânea. Distinguir entre eles exige um propósito ou sonho claro. «Vive no presente enquanto olhas para o futuro», diz, um equilíbrio difícil.
Pujol partilha a sua própria jornada: viciado em videojogos, depois oscilou para extremos, levantando-se às 5 da manhã, a treinar diariamente e a comer perfeitamente saudável. O desempenho universitário sofreu, levando a um colapso. Encontrou eventualmente o equilíbrio — perseguir sonhos enquanto prioriza descanso e recuperação.
A sua mensagem central para a juventude: Desbloquear o potencial inato de todos, mas a desfrutar do processo pelo caminho.
Fontes originais
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