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Cultura·

Andorrano Eloi Pla brilha como diretor de iluminação chave no teatro local

Da fascinação infantil à direção técnica em espetáculos premiados como Venus in Fur e Monument, o jovem de 26 anos cria atmosferas imersivas por trás da vibrante cena artística de Andorra.

Sintetizado a partir de:
Diari d'Andorra

Pontos-chave

  • Concebeu luzes para Venus in Fur, Goya, Macbeth, Límits e Monument premiado.
  • Formou-se no Institut del Teatre, em Barcelona, após faísca infantil em La Seu d'Urgell.
  • Gerencia iluminação, som e maquinaria para criar ambientes de espetáculo e supervisionar técnica.
  • Apaixonado por colaboração, ensaios e expansão para expertise em rigging.

Eloi Pla, um andorrano de 26 anos, conquistou um papel fundamental nos bastidores como diretor de iluminação e diretor técnico para grandes produções artísticas no Principado.

Embora o seu trabalho permaneça maioritariamente invisível para o público, molda a atmosfera de cada espetáculo. Pla assumiu a direção técnica para projetos como *Venus in Fur*, de Alfons Casal, apoiado pela Andorra Crea; *Goya* no festival Canillo Escènic Arts; e produções da Escena Nacional d'Andorra (ENA), *Macbeth* e *Límits*. Passou também dois meses a conceber a iluminação para *Monument*, de Àngel Duran, que mais tarde ganhou um prémio Butaca.

A sua paixão acendeu-se aos oito anos, durante um espetáculo em La Seu d'Urgell, despertando um fascínio pela iluminação de palco. Anos depois, formou-se na disciplina no Institut del Teatre, em Barcelona. Os primeiros convites vieram de empresas andorranas locais, seguidos rapidamente por oportunidades com a ENA.

Pla observa que os de fora apreendem apenas os básicos dos papéis técnicos no setor das artes. «As pessoas de fora geralmente sabem o que está por trás, mas não em profundidade», diz ele. As suas responsabilidades unem iluminação, som e maquinaria para construir o ambiente de uma produção, abrangendo funções distintas como direção de espetáculo, montagem de cenários e supervisão técnica geral.

Ele preza o processo criativo colaborativo. «É belo ver muitas pessoas a trabalhar no mesmo projeto», diz Pla. O que mais o atrai é criar ambientes variados, desde semanas de ensaios e testes de luz até a tensão das noites de estreia. «Há espetáculos que me comoveram, provavelmente pelos nervos e tudo o que leva à estreia», acrescenta.

Preferindo manter-se nos bastidores — «Nunca subirei a um palco» —, Pla ambiciona crescer mais, particularmente em rigging: montagem de estruturas e cálculo de cargas para cenários. O seu percurso sublinha o ofício vital e discreto que sustenta a vibrante cena andorrana.

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Fontes originais

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