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Cultura·

Artista Francesa Nathalie Launay vence prémios de prata nos AWA-2025 e SV-2025

Cientista convertida em pintora, radicada na Andorra, ganha reconhecimento internacional por obras abstratas que fundem ciência e arte.

Sintetizado a partir de:
El Periòdic

Pontos-chave

  • Venceu Diploma de Prata (AWA-2025) e Medalha de Prata (SV-2025) da Acadèmia Internacional d’Arts Contemporànies.
  • Pintura 'Regression' recebeu as maiores honras na categoria de pintura profissional.
  • Ex-neurocientista agora radicada na Andorra; arte funde dados de genética com abstração.
  • Prémios entregues na galeria Untitled na Andorra por Irina Rybalchenko.

A artista francesa Nathalie Launay, cientista formada e pintora abstrata radicada na Andorra, recebeu o Diploma de Prata do Artist World Award (AWA)-2025 e a Medalha de Prata do Stella Virtuosa (SV)-2025. Os prémios internacionais, organizados pela Acadèmia Internacional d’Arts Contemporànies, reconheceram a qualidade das suas obras submetidas.

Um júri selecionou três peças de Launay para o concurso, com a sua pintura *Regression* a receber as maiores honras na categoria de pintura profissional. A cerimónia de entrega dos prémios realizou-se na galeria privada Untitled, na Andorra, sob direção de Marta Llompart. Irina Rybalchenko, membro honorário da academia e sua representante oficial na Andorra, entregou o diploma e a medalha.

Launay, que agora vive e trabalha no principado, mudou de carreira após mais de 15 anos a estudar doenças neurológicas raras. Foi capa da revista *Andorra Style* em junho passado. A sua arte inspira-se diretamente no seu passado científico, fundindo dados rigorosos sobre genética e estruturas orgânicas com abstração intuitiva. Os arredores quotidianos também influenciam o seu trabalho, que recorre a técnicas e suportes diversos para revelar padrões ocultos em sistemas vivos — arquiteturas, códigos e dinâmicas íntimas tornadas visíveis através da cor e da forma.

“A arte e a ciência são caminhos complementares”, disse Launay. “Ambas visam tornar o invisível visível, explorar os mistérios do mundo e colocar questões fundamentais sobre a condição humana.”

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