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Cultura·

Artistas andorranos brilham no festival Jardins de Llum em Manresa

Três criadores locais de Andorra atraíram multidões com instalações de luz na Festa de la Llum, marcando uma estreia bem-sucedida ao lado de internacionais.

Sintetizado a partir de:
Altaveu

Pontos-chave

  • Empresa andorrana Reunió de Papaia estreou cinco peças de luz, incluindo três de artistas locais Pere Moles, Naiara Galdós e Anna Mangot.
  • Emergència de Moles usou 200 beacons para retratar urgência social, atraindo visitantes dedicados na Plaça Sant Domènec.
  • Festival registou 'avalanche de pessoas' apesar de desafios ao ar livre; elogiado novo diretor Albert Gusi pelo percurso imersivo de arte.
  • Peças da iniciativa Andorra Crea ganharam destaque após exposição prévia no L’Andart25.

Artistas andorranos causaram forte impressão no festival Jardins de Llum deste fim de semana em Manresa, com três criadores locais a atrair multidões ao lado de obras internacionais.

Pere Moles, um dos participantes e membro da Reunió de Papaia — a empresa andorrana que coordenou as contribuições de Andorra —, descreveu o evento como um claro sucesso. Falando após as exibições de sábado e domingo à noite, ele referiu uma "avalanche de pessoas" a explorar as instalações no centro histórico de Manresa, apesar do desafio de registar a afluência em exposições ao ar livre. "Todos estavam muito contentes e trataram-nos bem", disse Moles, elogiando o percurso noturno iluminado por instalações de luz e água durante a Festa de la Llum.

A Reunió de Papaia levou cinco peças ao festival pela primeira vez, incluindo três de talentos andorranos. Moles apresentou a sua nova obra, *Emergència*, na Plaça Sant Domènec, utilizando 200 beacons V16 para destacar o estado constante de urgência da sociedade. Os visitantes paravam frequentemente para perguntar sobre ela, com alguns a chegarem especificamente para o evento. Ele ficou impressionado com o número de artistas europeus especializados em tais exibições.

*Som il·lusions*, de Naiara Galdós, e *Cabdal*, de Anna Mangot — ambas originárias da iniciativa Andorra Crea, que promove talentos nacionais junto de programadores externos —, também se destacaram. A peça de Mangot foi exibida no salão gótico da Seu de Manresa, gerando interesse após ter chamado a atenção no L’Andart25.

As outras contribuições da Reunió de Papaia incluíram *Krakens*, de Filty Lucker, na Torre Sobrerroca, e *Sleeping*, de Luis Machi, ambas anteriormente mostradas no L’Andart25 e despertando a curiosidade dos visitantes.

Moles atribuiu à nova diretora artística do festival, Albert Gusi — que colabora com a bienal de Andorra — uma "mudança poderosa" bem recebida. O evento transformou o centro da cidade num percurso imersivo de arte, com pontos altos como as projeções mapeadas na fachada da câmara municipal e a muito fotografada *Ziza*.

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