Ativista trans Noah Surana diz que atitudes sexistas bloqueiam acesso a empregos
No programa da RNA 'Avui serà un bon dia', Surana relatou comentários discriminatórios em processos de seleção para limpezas e hotelaria.
Pontos-chave
- Surana relata sexismo e discriminação no local de trabalho.
- Enfrentou barreiras ao candidatar-se a empregos de limpezas e hotelaria.
- Entrevistadores terão feito comentários como 'um rapaz não sabe limpar' e 'um rapaz é um pouco extrovertido demais'.
- Surana diz que estes preconceitos refletem atitudes misóginas que silenciam muitas pessoas.
Andorra la Vella — O ativista trans Noah Surana afirmou na sexta-feira que encontrou atitudes sexistas e discriminatórias no local de trabalho, durante uma entrevista no programa da RNA "Avui serà un bon dia". Surana descreveu dificuldades em aceder a empregos em setores como limpezas e hotelaria.
Relatou que em vários processos de seleção os entrevistadores fizeram comentários como "um rapaz não sabe limpar" ou "um rapaz é um pouco extrovertido demais", observações que Surana qualificou como claramente sexistas. Segundo Surana, esse tipo de preconceitos limita as oportunidades de emprego de muitas pessoas.
Surana afirmou também que a sociedade "é um pouco misógina e sexista" e acrescentou que há "muitas pessoas silenciadas" como resultado destas atitudes.
Fontes originais
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