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Cultura·

Encamp celebra o Dia Mundial da Poesia com recitações e monólogo sobre Pompeu Fabra

Evento especial inclui recitações de poesia por voluntários e alunos, mais estreia de monólogo teatral sobre o linguista catalão Pompeu Fabra.

Sintetizado a partir de:
Bon Dia

Pontos-chave

  • Evento às 19:45 no Complex Esportiu i Sociocultural d’Encamp, com discursos de Laura Mas e Mònica Bonell.
  • Recitação de poesia: vencedores de Miquel Martí i Pol, obras de Vanessa Garcia Garre, *Foc d’ocell* de Blai Bonet pelo centenário.
  • Estreia do monólogo *Pompeu Fabra: jugada mestra!* por Òscar Intente, com metáfora desportiva para contribuições gramaticais de Fabra.
  • Destaca papel de Fabra com citações de Pla, Espriu, Riba, enfatizando «sem regras, não há jogo».

Encamp acolhe na quinta-feira, 26 de março, um evento especial para assinalar o Dia Mundial da Poesia, com leituras de poesia e um monólogo teatral sobre o linguista Pompeu Fabra. · · O evento realiza-se às 19:45 no salão de festas do Complex Esportiu i Sociocultural d’Encamp. Organizado em duas partes, inicia-se com discursos da cônsul sénior de Encamp, Laura Mas, e da ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Mònica Bonell. · · A primeira parte inclui uma recitação de poesia por voluntários do programa Voluntariat per la llengua do Serviço de Política Linguística e alunos da escola María Moliner. Lerão os textos vencedores do 28.º concurso de poesia Miquel Martí i Pol, seleções da coletânea *Versos convidats* de Vanessa Garcia Garre e outras obras. A noite inclui também a leitura do poema *Foc d’ocell* de Blai Bonet, escolhido pela Institució de les Lletres Catalanes para homenagear o centenário do nascimento do poeta mallorquino — uma voz inovadora chave na literatura catalã contemporânea. · · A segunda parte apresenta a estreia de *Pompeu Fabra: jugada mestra!*, um monólogo interpretado por Òscar Intente e realizado por Maria Pla. Produzido pela Inútils Mots –teatre de la paraula–, o espetáculo utiliza uma metáfora desportiva para explorar as contribuições científicas, humanas e cívicas de Fabra na padronização da língua catalã. Recorrendo a citações de figuras como Josep Pla, Salvador Espriu, Carles Riba, Joan Coromines, Joan Fuster e Pere Quart, destaca o seu papel na criação da gramática, normas e dicionário que sustentam o catalão moderno. Com humor, a produção sublinha que «sem regras, não há jogo», tornando o legado de Fabra acessível e envolvente para o público.

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