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Cultura·

HBO Max revela linha de ficção para 2026 em meio a ofertas de aquisição

HBO Max promove grandes séries de 2026 como House of the Dragon S3 e Euphoria S3, enquanto enfrenta ofertas da Netflix e Paramount sob revisão regulatória.

Sintetizado a partir de:
Diari d'Andorra

Pontos-chave

  • Destaques 2026: House of the Dragon S3 (verão), Euphoria S3 (abril), Half Man com Richard Gadd e Jamie Bell.
  • Novas séries: Rooster (março), Stuart Fails to Save the Universe, Lanterns, comédia de Larry David com Obama.
  • Próximos: A Knight of the Seven Kingdoms (19 jan.), Industry S4 (12 jan.).
  • Ofertas da Netflix e Paramount pela HBO Max; reguladores EUA/UE em revisão para evitar monopólio.

A HBO Max revelou um vídeo promocional que apresenta as suas principais estreias de ficção para 2026, destacando o compromisso em entregar histórias de alta qualidade que inspiram, entretêm e geram debate global.

A plataforma utiliza as imagens para realçar o foco em produções originais com forte impacto criativo e cultural a nível mundial. Clipes nunca antes vistos incluem a terceira temporada de *House of the Dragon*, prevista para o verão de 2026, a terceira temporada de *Euphoria* em abril, *Half Man* com Richard Gadd — criador de *Baby Reindeer* — e Jamie Bell, *Rooster* em março, *Stuart Fails to Save the Universe*, a segunda temporada de *Dune: Prophecy*, a terceira temporada de *The Comeback* em março, *Lanterns* e uma série cómica criada por Larry David com a família Obama. A seleção combina franquias de sucesso, projetos de autores e formatos novos direcionados a públicos diversos.

O vídeo antecipa também destaques mais próximos, incluindo *A Knight of the Seven Kingdoms* a 19 de janeiro, a quarta temporada de *Industry* a 12 de janeiro, a segunda temporada de *The Pitt* a 9 de janeiro e a quarta temporada de *The Gilded Age*. Este calendário repleto sublinha o impulso da HBO Max pela originalidade e vozes diversas em meio a uma concorrência intensificada.

No entanto, o serviço entra em 2026 com incerteza significativa sobre o seu futuro. A Netflix e a Paramount apresentaram ofertas para o adquirir, o que levou a um escrutínio apertado por parte dos reguladores nos EUA e na UE para evitar a criação de um monopólio audiovisual. As autoridades ainda não indicaram o resultado das suas revisões.

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Fontes originais

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