MoraBanc Andorra la Vella 2025–26 abre com RODIN: O Escultor das Emoções
De novembro a abril, o programa inclui música clássica, dança internacional e atuações contemporâneas para posicionar a capital como polo cultural, com bilhetes acessíveis e envolvimento da juventude.
Pontos-chave
- De novembro a abril, o programa inclui música clássica, dança internacional e atuações contemporâneas para posicionar a capital como polo cultural, com bilhetes acessíveis e envolvimento da juventude.
A temporada MoraBanc Andorra la Vella 2025–26 abre na quinta-feira, 27 de novembro, com RODIN: The Sculptor of Emotions, apresentado pela Sergio Bernal Dance Company. A produção multidisciplinar — que combina dança, escultura e música para reinterpretar obras de Auguste Rodin — sobe ao palco no Centre de Congressos d’Andorra la Vella às 20:30.
O programa prolonga-se até 21 de abril e reúne música clássica, criação contemporânea e dança internacional, com ênfase na qualidade artística e na acessibilidade ampla. Os organizadores dizem que a temporada visa reforçar o papel de Andorra la Vella como polo cultural, atrair públicos externos e dar visibilidade aos jovens no programa, mantendo preços de bilhetes acessíveis.
Destaques incluem o duo de guitarra Thibaut Garcia e Antoine Morinière a interpretar as Variações Goldberg de Bach a 9 de dezembro; o Trio Claret‑Colom a 8 de janeiro; e Philippe Herreweghe com o Collegium Vocale Gent a apresentar cantatas de Bach e uma missa brevis a 22 de janeiro. Atuações de música contemporânea e popular contam com El Petit de Cal Eril a 4 de fevereiro e Carles Viarnès a 19 de fevereiro, e o Junior Ballet da Ópera de Paris atua a 4 de março. A temporada encerra com o contra-tenor Jakub Józef Orliński acompanhado pelo pianista Michał Biel a 21 de abril.
Os organizadores destacam uma abordagem transversal que mistura disciplinas para envolver diferentes públicos e colocar Andorra nos circuitos internacionais de digressões. Referem também os desafios contínuos de equilibrar orçamento, risco criativo e logística num pequeno país, e sinalizam ambições de expandir coproduções e explorar ferramentas tecnológicas — incluindo inteligência artificial — em edições futuras.
O ritmo regular da temporada, com música e dança uma ou duas vezes por mês, destina-se a oferecer atividade cultural sustentada na capital e a incentivar maior participação pública e familiaridade com uma gama de formas artísticas.
Fontes originais
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