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Cultura·

Relatório do Ministério: 29% das necessidades de substituição de educadores ficaram por cobrir em 2024–25

Andorra registou menos faltas do que em 2023–24, mas 55 das 186 necessidades de substituição permaneceram por preencher; autoridades cobriram 71% dos postos.

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Pontos-chave

  • 186 necessidades de substituição em 2024–25: 165 médicas, 11 administrativas, 10 mobilidade/sem vencimento/demissões/reformas
  • 131 postos preenchidos (71%); 55 posições (29%) ficaram por cobrir
  • Faltas caíram 71 face a 2023–24; ano anterior teve 33,79% por cobrir
  • Reformas planeadas: consolidar postos permanentes, simplificar currículo; colaboração com César Coll e OCDE, mudanças até 2027

Durante o ano letivo de 2024–2025, houve muito menos faltas no quadro de pessoal da educação do que no ano anterior, mas cerca de um terço dessas faltas não pôde ser coberto, segundo o relatório de Recursos Humanos do Ministério da Educação. O relatório regista 165 licenças médicas, 11 autorizações administrativas e 10 casos relacionados com mobilidade, licenças sem vencimento, demissões e reformas — 186 necessidades de substituição no total. As autoridades conseguiram preencher 131 desses postos (71%), deixando 55 posições (29%) por cobrir.

Por grupo profissional, o relatório nota 60 licenças médicas entre colaboradores educativos, 76 entre professores, 48 entre professores do ensino secundário, uma entre psicólogos educativos e uma entre técnicos. Os postos estruturais preenchidos durante o ano totalizaram 324: 40 colaboradores educativos, 106 professores, 159 professores do ensino secundário, nove técnicos e 10 psicólogos educativos.

Comparativamente com 2023–2024, houve 71 faltas menos em 2024–2025; no ano anterior, 33,79% das faltas ficaram por cobrir. O Ministério relata também que houve 49 postos estruturais menos em 2023–2024 do que em 2024–2025.

Nos processos de seleção, 117 candidatos foram declarados aptos e 19 foram declarados inapropriados durante o ano. Para consolidar os postos permanentes, especialmente na categoria de técnicos de educação, o departamento abriu a concurso 26 postos de professores do secundário vagos (catalão e ciências humanas e sociais) e dois postos de chefe de área. Essas vagas foram difíceis de preencher no primeiro chamamento: apenas seis candidatos tiveram sucesso.

O acesso aos bancos de pessoal manteve-se fraco: muito poucos candidatos se candidataram em 2024–2025 e apenas uma pessoa entrou no banco de técnicos.

O ministro das Relações Institucionais, Educação e Universidades, Ladislau Baró, afirmou que os primeiros sinais de uma mudança de direção no sistema educativo andorrano devem aparecer até 2027. A mudança inclui a consolidação de postos permanentes tanto para professores como para professores do secundário e uma redefinição curricular focada na simplificação. O Departamento da Qualidade Educativa está a trabalhar com o professor emérito César Coll em trabalho conceptual à volta da educação por competências, e especialistas da OCDE estão a estudar como melhorar a governação e a organização nas escolas individuais.

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Fontes originais

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