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Cultura·

Thriller norueguês 'A Better Man' estreia na Filmin após vitórias em festivais

Minissérie premiada sobre assédio online e masculinidade tóxica, recém-saída dos triunfos no CANNESERIES, disponível na Filmin esta terça-feira.

Sintetizado a partir de:
Diari d'Andorra

Pontos-chave

  • Vence melhor série internacional e favorita do público no Serielizados Fest 2025.
  • Conquista principais prémios no CANNESERIES, incluindo melhor série e ator principal.
  • Protagonista Tom trola mulheres online anonimamente até ser exposto por hackers.
  • Disfarça-se de mulher para escapar ao assédio, confrontando os seus preconceitos.

A minissérie norueguesa *A Better Man*, vencedora no Serielizados Fest 2025 para melhor série internacional e favorita do público, fica disponível na Filmin esta terça-feira.

Criada por Thomas Seeberg Torjussen e co-realizada com Gjylleta Berisha, o thriller psicológico tem recebido elogios em festivais internacionais, incluindo o CANNESERIES 2025. Ali, conquistou prémios para melhor série, melhor interpretação pelo ator principal Anders Baasmo e o High School Award. Críticos e espectadores destacam a abordagem crua ao assédio online, identidade pessoal e masculinidade tóxica.

A história segue Tom Hallsténsen, interpretado por Baasmo, um homem que espalha visões abertamente misóginas enquanto, anonimamente, persegue e trola mulheres online. De dia, trabalha na loja de roupa da mãe; de noite, incendeia debates acesos e destrói reputações em espaços digitais.

A sua dupla vida desmorona-se quando um grupo de hackers revela a sua identidade real e segredos privados, transformando-o num pária público. Confrontado com escrutínio mediático intenso e reação social, Tom recorre a uma fuga audaciosa: apresenta-se como mulher, usando roupa feminina da loja familiar para escapar ao assédio que outrora infligiu.

Esta reviravolta força-o a confrontar os seus próprios preconceitos de formas inesperadas. Misturando drama de alto risco com comentário social incisivo, a série examina como o anonimato online alimenta o discurso de ódio, as consequências do linchamento público, a responsabilização pessoal e as linhas difusas entre identidade, perceção e realidade.

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Fontes originais

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