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Desporto·

Parapente andorrana encontrada sã e salva a dormir no carro após susto em Organyà

Serviços de emergência mobilizaram operação noturna na área do Cogulló depois de testemunha ver aparente queda. Ela aterrou em segurança, descansou no carro sem avisar ninguém e terminou o susto sem feridos.

Pontos-chave

  • Mulher andorrana de 50 anos reportada em aparente queda perto da zona de descolagem do Cogulló na terça à noite.
  • Equipas usaram drones, cães e unidade especial na busca noturna pelo terreno difícil.
  • Encontraram equipamento no local de aterragem sem sinais de acidente.
  • Localizaram-na ilesa e a dormir no veículo às 8h, sem conhecimento da operação.

Uma parapente andorrana de 50 anos foi encontrada sã e salva a dormir dentro do seu veículo após uma operação de busca noturna na área do Cogulló, em Organyà, depois de uma testemunha ter reportado o aparente embate dela.

Os serviços de emergência, liderados pelos Mossos d'Esquadra e bombeiros da Generalitat, lançaram a operação na terça-feira à noite, pouco depois das 21h. O alerta surgiu de uma testemunha que observou uma parapente a precipitar-se na área da face norte do Cogulló, um local predileto para a prática do desporto. Verificações iniciais identificaram a mulher pelo nome e localizaram o seu veículo com matrícula andorrana na zona tradicional de descolagem de Organyà. Por precaução, as equipas imobilizaram o carro e iniciaram a busca no terreno acidentado.

Durante a noite, os resgatadores recorreram a drones, unidades cinotécnicas e o Grupo de Ações Especiais. Por volta das 7h de quarta-feira, descobriram a vela e a cadeira da parapente no local de aterragem, sem sinais claros de acidente. Cerca das 8h, as equipas regressaram ao veículo e encontraram-na a descansar no interior, ilesa e sem saber da busca. Não tinha informado ninguém sobre o voo, deixara o telemóvel para trás e não dispunha de meios para sinalizar o seu bem-estar.

A operação terminou pouco depois da sua localização. Não foram reportadas ferimentos, o que sublinha as dificuldades de monitorizar voos em locais remotos.

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