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Desporto·

Federação Andorrana de Ginástica rejeita acusações financeiras e de irregularidades

A FAG descreve as finanças como estáveis e controladas, refutando relatos de insolvência. Insiste que decisões se baseiam apenas em mérito desportivo e compromete-se com transparência em meio a ruturas com clubes e polémicas de seleção.

Pontos-chave

  • FAG afirma ter fundos suficientes para concluir a época e cumprir obrigações, citando superávit de 2025.
  • Nega influências pessoais ou de patrocínios nas seleções de atletas e decisões técnicas.
  • Planeia novas conversas com clubes para resolver disputas por diálogo.
  • Ministério confirma superávit mas abstém-se de questões não financeiras em meio a discórdia.

A Federação Andorrana de Ginástica (FAG) rejeitou acusações de problemas financeiros e irregularidades desportivas, afirmando dispor de fundos suficientes para cumprir compromissos e negando qualquer influência pessoal ou de patrocínios nas decisões.

Num comunicado em resposta a recentes relatos, a FAG descreveu a sua posição económica como gerível e controlada. Enfatizou possuir tesouraria e capacidade financeira adequadas para concluir a época, satisfazer obrigações e executar as atividades planeadas. A federação insistiu que não existe insolvência nem obstáculo às operações em curso, salientando que o ano anterior terminou em superávit sob a direção anterior. A atual direção tomou posse em novembro de 2025, após a época e grande parte da planificação estarem já definidas.

O ministério do Desporto tinha anteriormente expressado surpresa face a sugestões de problemas orçamentais, confirmando o superávit de 2025. Isto alinha-se com a versão da FAG, mas contrasta com anteriores alegações internas de crises económicas, desportivas e institucionais, incluindo desistências de atletas e ruturas com a maioria dos clubes — exceto o Valira, liderado por Alejandro Doña.

Sobre as disputas com os clubes, a FAG disse ter mantido conversas em busca de acordo e planeia novas reuniões no início da nova época. Enfatizou resolver diferenças através do diálogo, respeito institucional e colaboração.

No que respeita às seleções de atletas e escolhas técnicas, a federação manteve que estas seguem critérios puramente desportivos e técnicos, como níveis de desempenho, resultados, padrões e necessidades de competição. Rejeitou insinuações de favorecimentos ligados a interesses pessoais, familiares, económicos ou de patrocínios, e negou tentativas de identificar vazadores de informação interna ou de privilegiar um clube em detrimento de outros.

A FAG defendeu também o profissionalismo do seu pessoal, recusando aceitar acusações não verificadas ou informação falsa que questione o seu trabalho. A direção comprometeu-se a prosseguir com rigor, transparência e foco nos atletas e no desenvolvimento da ginástica.

A federação não tinha respondido previamente a pedidos de comentário. O ministério tem-se abstido de intervir em questões não financeiras, favorecendo a resolução interna face a relatos de reconciliações falhadas e discórdia persistente.

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