MoraBanc Andorra inicia pré-temporada com reforços sob Tabak
A equipa arrancou sessões coletivas com quatro dos sete novos jogadores, priorizando força física e coesão. Treinador Žan Tabak foca sobrevivência na Liga Endesa como base, mirando mais alto com talentos ambiciosos.
Pontos-chave
- Plantel começou treinos quarta-feira após exames; completo na próxima semana.
- Reforços incluem Radošević, McGriff, Aquino, Mutic; regressos como Luz e Kuric.
- Tabak prioriza fisicalidade, salvação na Liga Endesa e contratações ambiciosas.
- Luz visa época mais tranquila com mentoria para adaptação à ACB.
MoraBanc Andorra iniciou o treino de pré-temporada com um plantel renovado sob o comando do treinador Žan Tabak, com ênfase em ganhos físicos e na sobrevivência na Liga Endesa como prioridade central.
As sessões coletivas começaram na quarta-feira após exames médicos, com o plantel completo só esperado na próxima semana. Quatro dos sete reforços participaram no primeiro dia: o experiente pivot Leon Radošević, o ex-jogador da NBA Cam McGriff, o pivot nascido em Madrid Owen Aquino e o ala-pivot Lazar Mutic. O jovem andorrano Luka Bottiroli, filho do antigo jogador do BC Andorra Flavio Bottiroli, e o base francês Milan Barbitch — que treina a curto prazo e pode sair em breve devido a restrições no plantel — também se juntaram. Aquino e Mutic trabalharam em bicicletas estáticas. Os jogadores que regressam incluem o capitão Rafa Luz, Aaron Best, Chumi Ortega, Kyle Kuric e Artem Pustovyi.
James Akinjo chega na sexta-feira, Kassius Robertson na quinta-feira, e Wes Iwundu, já em Andorra, aguarda o exame médico. Robertson recebeu um impulso, não tendo sido convocado pela seleção canadiana de Gordon Herbert.
Tabak, que se juntou a meio da época passada para substituir Joan Plaza e garantiu a sobrevivência no último dia através de um empate a três que despromoveu o Dreamland Gran Canària, chamou a salvação de «o que nos dá vida» como objetivo principal. Defendeu a ambição para além da mera sobrevivência, creditando os reforços, o planeamento, a análise — e a sorte. O treinador precisa de tempo para avaliar o grupo antes de definir táticas. «Uma coisa é o que eu quero, outra é a realidade», disse, sublinhando a honestidade. Em tom de brincadeira, mencionou ter pedido Facundo Campazzo, mas conformou-se com o possível, evitando comentar se o plantel reflete as escolhas ideais.
A fisicalidade é a prioridade após os problemas da última temporada, embora Tabak note compromissos noutras áreas. «Somos mais físicos», afirmou, em busca de jogadores «famintos» com ambição para se afirmarem na ACB e na Europa, trazendo energia para ligar com os adeptos. Descreveu os reforços como «apostas» que precisam de trabalho extra para dominar as exigências únicas da ACB, distintas de outras ligas europeias.
Tabak elogiou a sua ligação com o ex-diretor Francesc Solana, agora no Gran Canària, e a experiência de mercado do novo diretor técnico Jordi Ardèvol. Este projeto foi construído à sua medida, ao contrário da herança do ano passado.
Luz, de volta desde 2022 e o mais antigo no plantel aos 34 anos, descreveu a integração como complexa com as chegadas de alto calibre, mas promissora. Desconhecido de Akinjo previamente, dá as boas-vindas a perfis ansiosos por crescer e competir, ajudando o seu próprio desenvolvimento. A sobrevivência continua essencial após sustos recentes, mas procura mais conforto e menos stress no final da época. Os veteranos vão orientar nos próximos seis meses sobre as particularidades da liga espanhola.
Tabak terminou a última temporada em força e inicia esta com energia renovada.
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