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Desporto·

Campo Global de Elite Haka Rugby chega a Andorra para jovens dos 8 aos 16 anos

De 16 a 18 de fevereiro, o VPC Andorra acolhe um campo de treino de alto rendimento que combina cultura maori, desenvolvimento pessoal e treino de elite.

Sintetizado a partir de:
Altaveu

Pontos-chave

  • Campo decorre de 16 a 18 de fevereiro no Estadi Nacional, liderado pelo ex-profissional Troy Nathan.
  • Combina exercícios de râguebi, sessões de haka maori e workshops de construção de confiança.
  • Enfatiza confiança, identidade cultural e manuseamento de bola ao estilo neozelandês.
  • Transforma crianças tímidas em jogadores e pessoas confiantes em três dias.

De 16 a 18 de fevereiro, o VPC Andorra vai acolher o Haka Rugby Global no Estadi Nacional para um campo de treino de elite dirigido a rapazes e raparigas dos 8 aos 16 anos. O evento vai além dos exercícios padrão de râguebi, combinando treino de alto rendimento com elementos culturais maoris e workshops de desenvolvimento pessoal.

Liderado por Troy Nathan, ex-jogador profissional e fundador da organização, o campo baseia-se nas suas experiências na Nova Zelândia e na Europa, incluindo passagens pela Irlanda, Escócia e Itália. Nathan vê o râguebi como uma ferramenta de crescimento dentro e fora do campo. «É um enorme privilégio virmos a Andorra», disse ele. «Não é um grande país, mas é muito apaixonado, e é isso que nos entusiasma.» Elogiou o trabalho do VPC Andorra e da federação local no cultivo das tradições do desporto.

O programa enfatiza a construção de confiança entre treinadores e jovens jogadores. «Quando treinamos râguebi, o mais importante é criar uma ligação com o jogador», explicou Nathan. «Primeiro vem a confiança, depois tudo o resto.» Esta abordagem promove a confiança, incentivando os participantes a experimentar sem medo de errar — uma característica do estilo neozelandês, onde as crianças contactam com a bola constantemente desde cedo.

A imersão cultural é um pilar central, com sessões sobre a herança maori que ajudam as crianças a explorar a sua identidade, honestidade e raízes. Os participantes aprendem um haka personalizado, uma atuação de grupo que Nathan descreve como um lembrete de que «não estás sozinho». Os grupos executam-no juntos, partilhando movimentos e histórias que os ligam aos seus antepassados. «Ajuda-os a perceber que fazem parte de um coletivo», disse ele. O haka torna-se uma ferramenta vitalícia para enfrentar desafios.

Nathan destacou o impacto transformador do campo: as crianças chegam muitas vezes tímidas, mas saem mais confiantes após apenas três dias. Enfatizou o papel dos voluntários — pais e treinadores locais — naquilo que torna o râguebi especial, instando os participantes a comparecerem com mente aberta e energia.

A colaboração visa fortalecer o râguebi de base em Andorra, ao mesmo tempo que desenvolve melhores jogadores e pessoas. Nathan, que organiza mais de 100 campos deste tipo por ano, aborda cada um com respeito e expectativa.

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Fontes originais

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