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Desporto·

Esquiadora andorrana Jordina Caminal abandona super-g olímpico

Jordina Caminal desqualificada após bom arranque no super-g feminino nos Jogos de Milano-Cortina, encerrando a sua campanha individual após um.

Sintetizado a partir de:
AltaveuDiari d'AndorraEl Periòdic

Pontos-chave

  • Caminal (dorsal 32) em 20.º no primeiro parcial, a 0,61 s, depois DQ antes do segundo.
  • Condições difíceis: nevoeiro, neve má, 120 km/h; só 4 das top 10 terminaram.
  • Federica Brignone ouro (1:23.41), à frente de Romane Miradoli (+0.41) e Cornelia Hütter (+0.52).
  • Seguiu o seu melhor 24.º na descida; foco em atitude e riscos calculados.

A esquiadora andorrana Jordina Caminal não terminou o super-g feminino nos Jogos Olímpicos de Milano-Cortina na quinta-feira, encerrando a sua campanha individual nos Jogos após um bom arranque.

Com o dorsal 32 entre 43 em Cortina d'Ampezzo, a atleta de 23 anos chegou ao primeiro ponto intermédio em 20.º lugar, a 0,61 segundos do melhor parcial. Entrou depois numa porta complicada com velocidade excessiva, foi demasiado ampla e foi desqualificada antes do segundo posto de controlo.

A prova revelou-se muito exigente, com nevoeiro na parte alta, neve desfavorável e velocidades até 120 km/h, o que levou a numerosos abandonos. Entre as primeiras 10 partentes — principais favoritas —, só quatro chegaram ao fim. Saídas notáveis incluíram Kira Weidle-Winkelmann, Emma Aicher, Ester Ledecká e Sofia Goggia. A italiana Federica Brignone conquistou o ouro em 1:23.41, o seu primeiro título olímpico um ano após uma grave lesão, à frente da francesa Romane Miradoli (+0.41) e da austríaca Cornelia Hütter (+0.52). Nenhuma das posteriores melhorou esses tempos em meio a abandonos contínuos.

O super-g de Caminal seguiu o seu melhor resultado de sempre, 24.º lugar no domingo na descida, o melhor de sempre de uma mulher andorrana nessa prova. Antes do arranque de quinta-feira às 11:30, treinou slalom gigante na terça e quarta-feira, enfatizando a técnica, e usou uma sessão matinal de quinta num piso preparado que simulava as condições de prova.

A esquiadora entrou sem um objetivo específico de resultado, priorizando atitude, ataque ao percurso e riscos calculados numa disciplina em que fez menos treinos do que na descida. «Foram dias positivos porque, técnica e mentalmente, ajudaram-me a ganhar confiança e a sentir-me mais preparada», disse. Caminal chegou à partida ansiosa e motivada para entregar o seu melhor esqui.

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