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Desporto·

Federação Andorrana de Ciclismo Apresenta Equipa Nacional de 22 Corredores para 2026 com Patrocínio da Andbank

FAC expande escalão por categorias, garante financiamento chave para desenvolvimento profissional e competições, resolvendo questões de licenciamento profissional com foco na juventude.

Sintetizado a partir de:
Diari d'AndorraAltaveuBon DiaEl Periòdic

Pontos-chave

  • 22 corredores selecionados em categorias Pro, Alto Rendimento, Consolidação e Iniciação.
  • Patrocínio Andbank financia treinos, equipamento e corridas internacionais como Taças do Mundo.
  • Alvos da época: XCO, XCM, estrada, gravel; revive Campeonato Andorrano de Estrada.
  • Disputa de licenciamento pro resolvida: taxas subiram para 1500 €, 70 licenças ativas esperam atingir 120.

A Federação Andorrana de Ciclismo (FAC) apresentou a sua equipa nacional para a época de 2026, expandindo para 22 corredores divididos em categorias Pro, Alto Rendimento, Consolidação e Iniciação/Progressão. O anúncio coincide com um novo acordo de patrocínio da Andbank, que fornece financiamento essencial para treinos, equipamento e competição internacional. Corredores principais incluem Adrià Regada, Gerard Mora, Oriol Pi, Òscar Cabanas, Roger Turné e Xavi Jové, acompanhados por talentos emergentes como Enzo Fuentes, Naima Perissé, Martí Riera, Lorelei Torres, Raquel Balboa, Anna Albalat, Arnau Postigo, Roger Delgado, Bernat Melsió, Eric Sinfreu, Miquel Naudi, Quim Llort, Joel Chapela, Andreu Riera e Daianne.

A presidente da FAC, Carolina Poussier, enfatizou o investimento a longo prazo na juventude, notando que o ciclismo só produz resultados após cinco a dez anos de apoio consistente. O acordo com a Andbank permite programas estruturados, marcando um passo para a profissionalização. O diretor desportivo Víctor de la Parte, no seu primeiro ano, defendeu uma abordagem gradual: começar com Taças Catalãs para ganhar confiança e prazer antes de grandes eventos. Destacou a trajetória de Regada rumo a um possível contrato profissional e a influência positiva dos profissionais residentes em Andorra.

O calendário da época abrange cross-country (XCO), cross-country maratona (XCM), estrada e gravel, visando eventos como a Taça do Mundo de BTT Pal Arinsal, Supercopa Espanhola e Taça Francesa em XCO, Taça do Mundo Naturland e Sea Otter Girona-Costa Brava em XCM, além de campeonatos europeus e mundiais, títulos espanhóis e europeus, e Taças Catalãs. Limitações orçamentais excluem os mundiais de gravel na Austrália. Uma prioridade é reviver o Campeonato Andorrano de Ciclismo de Estrada em junho, em parceria com a Federação Catalã de Ciclismo para partilhar custos, à semelhança dos nacionais de BTT do ano passado. Poussier disse que tais eventos elevam o estatuto de Andorra junto da UCI e entidades europeias.

Poussier abordou as negociações sobre remunerações da federação com a Secretaria de Estado, enquadrando-as em reformas desportivas mais amplas. Descreveu o assunto como não urgente, mas em curso em várias federações, a resolver legalmente.

Uma disputa de licenciamento separada com profissionais, incluindo Carlos Verona, está perto de ser resolvida. Propostas iniciais da FAC para um depósito antidoping de 8000 € por licença pro foram rejeitadas pela UCI, levando a um aumento da taxa de cerca de 750 € para 1500 € para criar reservas e proteger fundos públicos face a mais de 100 profissionais residentes. O número de licenças caiu de mais de 120 no ano passado para menos de metade no início da época, com a UCI a conceder licenças temporárias baseadas na nacionalidade. Agora, com mediação do governo e da UCI, os profissionais devem regressar às licenças andorranas nas próximas semanas; 70 estão ativas, com projeções para atingir 120. Acordos inter-federativos ajustarão diferenças de taxas. Poussier defendeu as mudanças como conformes com a UCI, semelhantes a Mónaco, para proteger iniciativas juvenis. Verona criticou o processo por má comunicação, sabendo das atualizações pela comunicação social, mas desenvolvimentos recentes apontam para normalização.

Novos equipamentos estreiam na próxima época enquanto a FAC procura restaurar campeonatos nacionais, desenvolver talento de base e elevar o perfil internacional de Andorra.

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