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Desporto·

Joan Verdú regista primeiro DNF após bater em portão no slalom gigante de Beaver Creek

Verdú abandonou a pista numa secção técnica da sua segunda descida agressiva em Beaver Creek, marcando o primeiro DNF da época após um bom arranque.

Sintetizado a partir de:
Diari d'AndorraBon DiaAltaveu

Pontos-chave

  • Bateu num portão numa parte exigente da segunda descida e abandonou a pista, registando o primeiro DNF da época.
  • Completou a primeira descida em 1:10.62, provisoriamente em 14.º antes de cair para 20.º.
  • Fez o setor inicial mais rápido na segunda descida enquanto esquiava de forma agressiva para subir na tabela.
  • Tem 37 pontos no slalom gigante da Taça do Mundo após 12.º em Sölden e 16.º em Copper Mountain; próxima prova em Val d’Isère.

Joan Verdú não terminou o slalom gigante em Beaver Creek após bater num portão numa secção técnica de alta velocidade da segunda descida, o que o levou a abandonar a pista e a registar o primeiro DNF da época.

Verdú completou a primeira descida em 1:10.62, colocando-se inicialmente em 14.º na classificação provisória antes de ser ultrapassado para 20.º pelos últimos a partir. O seu primeiro setor nessa descida foi um dos melhores do dia — 0,02 segundos mais rápido que o tempo do líder provisório — e manteve-se competitivo no segundo setor (+0,38), mas perdeu tempo no terceiro (+0,57) e no quarto (+0,89).

Com as bibs invertidas para a segunda descida, Verdú largou em 11.º e adotou uma abordagem agressiva para subir ao top 10. Chegou ao primeiro intermédio apenas ligeiramente atrás dos líderes e registou o setor inicial mais rápido entre os que já tinham descido, mas numa parte exigente do segundo setor bateu num portão, saiu da pista e viu-se forçado a abandonar.

«Dia difícil em Beaver Creek. A primeira descida foi bastante boa no global e houve muitos aspetos positivos», disse Verdú. «Na segunda tive de arriscar e num portão fui em frente. Pena, mas continuamos a confiar e a trabalhar, levando o bom e seguindo em frente.»

A forma inicial de Verdú mantém-se sólida: terminou em 12.º em Sölden e 16.º em Copper Mountain e tem 37 pontos na classificação do slalom gigante da Taça do Mundo. O circuito segue para Val d’Isère no sábado, uma pista onde subiu ao pódio em 2023 e ficou em sétimo no ano passado.

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