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Desporto·

Joan Verdú sobe de 26.º para 16.º no slalom gigante de Copper Mountain

Verdú recuperou com a sexta melhor segunda descida para somar 15 pontos da Taça do Mundo após uma primeira descida problemática; Stefan Brennsteiner venceu.

Sintetizado a partir de:
Diari d'AndorraEl PeriòdicAltaveu

Pontos-chave

  • Verdú subiu de 26.º para 16.º com tempo combinado de 2:32.99, somando 15 pontos da Taça do Mundo.
  • Segunda descida (1:17.34) foi a sexta mais rápida e colocou-o provisoriamente na frente.
  • Stefan Brennsteiner venceu em 2:30.98; Henrik Kristoffersen +0.95 e Filip Zubčić +1.00.
  • Estreia do traçado em Copper Mountain na neve gelada causou quedas de alto nível; Verdú adapta-se a novo equipamento e ganha confiança.

Joan Verdú subiu dez posições para terminar em 16.º lugar no slalom gigante da Taça do Mundo em Copper Mountain, com um tempo combinado de 2:32.99. Após uma primeira descida problemática que o deixou em 26.º com 1:15.65 — +2.38 atrás do líder da primeira descida Stefan Brennsteiner (1:13.27) —, Verdú realizou uma segunda descida mais forte, parando o cronómetro em 1:17.34 para o sexto tempo mais rápido da segunda descida e ocupando brevemente a liderança provisória. Partindo em quarto na ordem invertida do top-30, a sua recuperação levou-o aos pontos e rendeu-lhe 15 pontos da Taça do Mundo.

A corrida, disputada num traçado estreante na Taça do Mundo em Copper Mountain, no condado de Summit, no Colorado, realizou-se em neve agressiva e gelada que provocou vários erros e eliminações de alto nível. O favorito suíço Marco Odermatt caiu quando o esqui exterior lhe deslizou; o norueguês Haugan registou um DNF; e concorrentes como Ryan McGrath e o italiano Davide De Aliprandini sofreram incidentes que lhes custaram tempo.

Verdú disse que “não se adaptou nada” à pista na primeira descida, mas que “mudou um par de coisas que funcionaram muito melhor” na segunda. Reconheceu um erro significativo na zona final da segunda descida, mas acrescentou que, sem ele, “é bastante provável que eu tivesse ganho a descida”. O resultado segue o 12.º lugar em Sölden e eleva o seu total da temporada em slalom gigante para 37 pontos, deixando-o em 13.º no ranking da disciplina.

O austríaco Stefan Brennsteiner venceu a prova com um tempo combinado de 2:30.98, para a sua segunda vitória na Taça do Mundo esta temporada. O norueguês Henrik Kristoffersen foi segundo (+0.95) e o croata Filip Zubčić terceiro (+1.00). Verdú terminou a 2,01 segundos do vencedor.

O treinador da equipa, Juan Lago, destacou os aspectos positivos da prestação e a adaptação em curso a novo equipamento após mais de uma década com a mesma marca, dizendo que Verdú “está a trabalhar muito bem e a esquiar muito bem” e que a equipa se aproxima do “nível ótimo” que procuram. Verdú disse que o resultado aumenta a sua confiança: “Se o nosso pior dia nos dá o 16.º lugar na Taça do Mundo, sabemos que temos muito espaço para melhorar”.

A digressão da Taça do Mundo nos Estados Unidos prossegue com o slalom gigante de Beaver Creek no domingo, 7 de dezembro.

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