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Desporto·

MoraBanc Andorra goleado por 75-107 pelo Valência em humilhante derrota caseira na ACB

Andorra sofreu a 15.ª derrota da época com problemas defensivos e saída de adeptos, enquanto o Valência dominou com 32 pontos de vantagem ao intervalo.

Sintetizado a partir de:
Bon DiaAltaveuDiari d'AndorraEl Periòdic

Pontos-chave

  • Valência acelerou com corrida de 0-9 no 2.º período, liderando 39-57 ao intervalo após parcial de 32-16.
  • Diferença atingiu 30+ pontos; Taylor marcou 22 com 6/8 triplos pelo Valência.
  • Kuric liderou Andorra com 25 pts; Tabak culpa fadiga, procura reforço na base.
  • Pausa de 20 dias antes de 7 de março vs Zaragoza; diretor-geral otimista apesar de 'grande estalo'.

O MoraBanc Andorra sofreu uma goleada caseira por 75-107 frente ao Valencia Basket no Pavelló Toni Martí, a 15.ª derrota na ACB esta época e uma das exibições mais humilhantes até agora, com colapsos defensivos, ressaltos oferecidos e falta de resiliência a levarem os adeptos a sair cedo entre assobios e uma assistência recorde baixa de 2732.

O Andorra igualou o Valência no primeiro período, a perder por 23-25 após um triplo de Kyle Kuric anular um arranque de 0-6 de Jaime Pradilla e Kameron Taylor. Shannon Evans, Babatunde Okoye e Guille De Larrea mantiveram o jogo próximo, mas o Valência acelerou com uma corrida de 0-9 no segundo quarto, impulsionada por triplos de De Larrea e Taylor, mais cestos de Noah Reuvers, Xabi López-Arostegui Puerto e Jordan Key. As perdas de bola e os pontos de segunda oportunidade acumularam-se enquanto o treinador Žan Tabak pediu timeouts precoces, mas o Valência liderava por 39-57 ao intervalo após um parcial de 32-16.

A diferença alargou-se para 53-83 no final do terceiro período, com Brancou Badio e Taylor (22 pontos em 6 de 8 triplos) a explorarem espaços abertos. O Andorra reduziu brevemente antes de Omari Moore elevar para mais de 30. Uma reação no último quarto — triplos de Yves Pons e um dunk de David Ortega — levou a 68-95 em certo momento, mas o Valência geriu a vitória após se aproximar dos 40 de margem.

**Pontuação:** Kuric 25 (regresso de problema na perna), Evans 10, Pons 11, Pustovyi 9 pelo Andorra; Taylor 22, De Larrea 17, Moore 13, Pradilla 9, Puerto 9, Key 9 pelo Valência. Ausências: Xavier Castañeda (longo prazo), Jean Montero, Matt Costello; Aaron Ganal não jogou. Chumi Ortega expulso por faltas. **Parciais:** 23-25, 39-57, 53-83, 75-107. **Árbitros:** Carlos Peruga, Javier Torres, Yasmina Alcaraz.

Tabak descreveu a manutenção do plano de jogo até à fadiga física surgir, provocando invenções e más respostas: «A primeira coisa que tenho de fazer é levantar a equipa», disse, a sublinhar a prioridade defensiva sem Castañeda, reset mental e união com os adeptos. «Precisamos de estar todos juntos, ou não vamos lá.» Confirmou buscas em curso por um base-alero, embora sem opções convincentes. Os jogadores partilharam o desalento: Rafa Luz chamou à exibição vergonhosa sem desculpas apesar dos ganhos recentes; Okoye notou perda de compostura sob pressão após arranque concentrado; Aaron Best pediu reset total e união.

A derrota dá origem a uma pausa de 20 dias para a Copa del Rei e janelas FIBA, com o Andorra uma vitória à frente do Burgos ameaçado de despromoção antes de receber o Zaragoza — agora sob Joan Plaza após demitir Jesús Ramírez — a 7 de março. Os treinos retomaram segunda-feira, com sessão aberta terça-feira onde os jogadores assinaram autógrafos, fizeram exercícios com adeptos e interagiram com crianças. O diretor-geral Francesc Solana admitiu auto-sabotagem e queda de intensidade mas manteve otimismo, citando viradas anteriores via união e esforço sob Tabak. Detalhou perseguições a um reforço experiente — idealmente pronto para o Zaragoza, rival direto uma vitória à frente — embora sem acordo certo apesar de opções analisadas. Vários jogadores, incluindo Pons, Luz, Best, Kostadinov e Pustovyi, partirão em breve para seleções nacionais, deixando Tabak com plantel completo na primeira semana. Solana chamou à derrota um «grande estalo» mas enfatizou trabalho de equipa, positivismo e fé dos adeptos, afastando preocupações com rutura de apoio.

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