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Desporto·

MoraBanc Andorra Enfrenta Duro Test Frente ao Unicaja Málaga numa Batalha Física

Treinador Žan Tabak apela ao foco defensivo e à união da equipa para o jogo fora contra o Unicaja, quinto classificado, aproveitando a vitória recente apesar das lesões.

Sintetizado a partir de:
Diari d'AndorraBon DiaEl Periòdic

Pontos-chave

  • Tabak exige esforço máximo contra a forte forma caseira do Unicaja (12-6, 4 vitórias seguidas).
  • Vitória caseira anterior de 98-74 citada para confiança, mas avisa contra relaxamento.
  • Lesões afastam Kuric (isquiotibiais) e Castañeda (fora até abril); foco nos jogadores disponíveis.
  • Tabak regressa ao histórico pavilhão de Málaga dos seus tempos de jogador/treinador; Pustovyi atinge 300.º jogo na ACB.

O MoraBanc Andorra viaja até ao Unicaja Málaga este sábado às 19:00 no pavilhão Martín Carpena para uma exigente batalha física, com o treinador Žan Tabak a exigir execução defensiva sustentada e esforço coletivo para capitalizar a vitória recente sobre o Dreamland Gran Canària.

Tabak rejeitou qualquer ideia de tratar o Unicaja de forma diferente, apesar da sua forte forma caseira e atual quinto lugar com um registo de 12-6, empatado com o Barça e o UCAM Murcia. «Todos os adversários são difíceis e podemos bater qualquer um deles», afirmou. «Não vamos a Málaga para turismo — daremos o máximo para vencer.» Descreveu o Unicaja como uma equipa profunda e física sob Ibon Navarro, que move bem a bola, especialmente em casa, após quatro vitórias consecutivas na liga e bom desempenho na Basketball Champions League. O pavilhão exige preparação para duelos intensos, onde a defesa será decisiva face à produção ofensiva.

O MoraBanc dominou anteriormente por 98-74 no Pavelló Toni Martí a 8 de novembro, impulsionado pelos 17 pontos de Stan Okoye e 16 de Artem Pustovyi, enquanto Chris Duarte liderou o Unicaja com 17. Tabak vê esse jogo como referência para construir confiança, mas avisa para a linha ténue entre segurança e complacência. «Essa vitória pode impulsionar-nos, mas também arrisca o relaxamento», alertou. «Precisamos de manter-nos alerta, suportar o desafio físico e focar-nos nos pormenores defensivos.» O treino teve intensidades variadas, sem culpas individuais: «Triumfamos ou falhamos como unidade.»

As lesões persistem, com Kyle Kuric afastado por problemas nos isquiotibiais após ter falhado o jogo com o Gran Canaria, e Xavier Castañeda fora até abril apesar de ter iniciado trabalho leve em court. O clube reduz opções em base/extremo, agora limitado a negociações contratuais e orçamentais. Tabak encolheu os ombros face às ausências: «Não desperdiço energia com os lesionados — melhor maximizar os prontos.»

Tabak regressa a um pavilhão rico em história. Entrou no Unicaja no verão de 2004 aos 34 anos vindo do Joventut Badalona, jogando apenas seis partidas (5,5 pontos, 3,33 ressaltos em 14 minutos) devido a lesões antes de se reformar. Destaques incluem o triunfo na Copa del Rey de 2005 em Zaragoza — a sua última aparição competitiva a 13 de março de 2005 frente ao Pamesa Valencia — e o último jogo como treinador na ACB ali em novembro de 2021, uma derrota com o Hereda San Pablo Burgos que levou à demissão. «Málaga guarda muitas boas memórias — o meu último clube profissional, onde fiquei a viver após me reformar», disse. Figuras do clube como Paco Aurioles e Mario Bárbara mantêm-se. A adaptação prossegue: «Preciso de mais jogos para conhecer totalmente este grupo. Por agora, extrair o máximo do que temos.»

Em paralelo, Pustovyi assinalará a sua 300.ª aparição na ACB em seis equipas.

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