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Desporto·

Prodígio andorrano de ténis de 17 anos garante bolsa para universidade nos EUA

Guillem Davasse ruma a Boston este verão para jogar ténis universitário de topo enquanto estuda, equilibrando academia e desporto num ambiente prestigiado.

Sintetizado a partir de:
Diari d'Andorra

Pontos-chave

  • Guillem Davasse, de 17 anos, muda-se para Boston por bolsa de ténis universitário nos EUA.
  • Equilibra excelentes estudos com competições de fim de semana, apoiado pela Federação Andorrana de Ténis.
  • Entusiasmado com liga competitiva, espírito de equipa e estudos em ciências ou gestão.
  • Quer inspirar jovens jogadores andorranos partilhando experiências.

Guillem Davasse, um jogador de ténis andorrano de 17 anos, muda-se para Boston este verão após garantir uma bolsa para competir em ténis universitário de topo nos EUA enquanto prossegue os estudos.

A decisão marca um marco importante para Davasse, que equilibra estudos e competições de fim de semana há anos, mantendo excelentes notas ao lado do treino. Apoiada pela Federação Andorrana de Ténis, a sua classificação garantiu-lhe um lugar num programa universitário competitivo.

"É uma experiência única", disse Davasse. "Vou competir numa liga universitária altamente competitiva enquanto recebo uma educação académica séria. Chegar aos Estados Unidos para jogar a um alto nível e preparar o meu futuro profissional era um dos meus maiores objetivos."

O que mais o entusiasma é a aventura no estrangeiro num país onde o ténis universitário tem o maior prestígio. Destacou o espírito de equipa central no sistema americano — treinar juntos, competir como unidade e apoiar-se mutuamente —, que considera altamente motivador. O lado académico também atrai, podendo abrir portas futuras.

Davasse ainda não decidiu a licenciatura, mas inclina-se para áreas científicas como biologia, com gestão ou finanças como alternativas. O sistema americano permite aos alunos experimentar cursos no primeiro ano antes de se comprometerem.

Aos 17 anos, sente mais entusiasmo do que apreensão. "Gosto de viajar e enfrentar novos desafios", disse. Viagens anteriores para torneios deram-lhe confiança, e vê a mudança como uma oportunidade de grande crescimento pessoal.

Davasse espera inspirar jogadores andorranos mais jovens num país onde o ténis não é um desporto de massas. Citou Vicky Jiménez, uma compatriota, como a sua própria motivação, provando que mentalidade, esforço e trabalho diário podem levar a grandes conquistas.

Planeia manter-se ligado à federação, partilhando as suas experiências para encorajar outros a ambicionar bolsas semelhantes.

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