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Desporto·

Xavi Cardelús Qualifica-se em 17.º para Abertura do Mundial de Supersport 2026 em Phillip Island

Piloto andorrano Xavi Cardelús garantiu o 17.º lugar na grelha após a Superpole, a lidar com problemas de aderência traseira e uma queda ligeira, a um segundo da pole numa sessão renhida.

Sintetizado a partir de:
El PeriòdicBon DiaDiari d'Andorra

Pontos-chave

  • Qualificou-se em 17.º com 1:33.126, a 1 s da pole de Jaume Masià; 19 pilotos num segundo.
  • Queda ligeira no treino matinal causou cotovelo magoado; sem problemas graves.
  • Problemas contínuos de aderência traseira minam confiança, partilhados por pilotos Yamaha.
  • Melhorou face aos testes de pré-temporada (melhor 1:33.646), mas espera mais com ajustes.

O piloto andorrano de Supersport Xavi Cardelús qualificou-se em 17.º para a ronda de abertura do Campeonato do Mundo de Supersport 2026 em Phillip Island, na Austrália, após uma primeira sessão de Superpole muito disputada na sexta-feira.

Cardelús, ao serviço da equipa Cerba Yamaha Racing Team, manteve-se à volta do 12.º lugar a meio da sessão com o seu melhor tempo de 1:33.126. Não conseguiu melhorar na segunda tentativa e recuou, terminando a um segundo da pole position de Jaume Masià. A sessão teve 19 pilotos dentro do mesmo segundo e ele largará da sexta fila da grelha para as corridas de sábado e domingo, ambas às 04:30 hora local (madrugada em Andorra).

O dia começou com uma queda ligeira para Cardelús durante o treino livre da manhã. Regressou à pista nos minutos finais, mas ficou com o cotovelo magoado, o que causou algum desconforto, embora o tenha descrito como sem consequências físicas graves.

Os persistentes problemas de aderência traseira continuaram a minar a sua confiança, especialmente em acelerações agressivas e perda da roda traseira. «Temos faltado confiança devido à falta de aderência traseira», disse, ecoando os desafios dos testes de pré-temporada mais cedo na semana. Esses testes, realizados na segunda e terça-feira, mostraram progresso na sua nova Yamaha após a mudança da Ducati. A chuva tinha perturbado a preparação anterior, mas ele melhorou os tempos ao longo de dois dias até ao melhor de 1:33.646 na sessão final da tarde — ainda a enfrentar os problemas de aderência partilhados por outros pilotos Yamaha.

Cardelús antecipava um fim de semana difícil. «Considerando como correram os testes de segunda e terça-feira, sabíamos que não seria fácil, e foi assim que começou», observou. Apesar dos contratempos, manteve-se otimista, estimando que estavam a quatro décimos do seu potencial na grelha altamente competitiva. Com uma sessão de aquecimento ainda por diante, visa afinar a afinação antes das corridas.

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