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Homem de Encamp arrisca 6,5 anos por roubo com martelo em hotel

Residente de 24 anos assaltou hotel central com martelo em agosto de 2024, roubando 900 euros após tentativas falhadas próximas. Enfrenta até 6,5 anos.

Pontos-chave

  • Homem de 24 anos de Encamp ameaçou rececionista com martelo a 22-23 ago. 2024, roubando cerca de 1000 euros.
  • Admitiu maioria das acusações, incluindo roubo qualificado, tentativas de furto e crimes de drogas; estava intoxicado.
  • Defesa invoca depressão pós-traumática após morte da mãe, pede fim da pena após 8 meses detido.
  • Rececionista relata trauma psicológico duradouro e medo pela vida.

Um jovem de Encamp enfrenta até seis anos e meio de prisão após julgamento no Tribunal de Corts por um roubo armado num hotel central da paróquia no passado mês de agosto.

O incidente ocorreu nas primeiras horas de 22-23 de agosto de 2024. O homem de 24 anos, que vivia em Valladolid nos oito meses anteriores e lidava com dificuldades pessoais incluindo a recente perda trágica da mãe num acidente de trânsito, causou perturbação na zona. Tentou entrar à força no posto de turismo na Plaça del Consell e acedeu a um jardim residencial antes de visar o hotel. Ali, ameaçou o rececionista com um martelo, exigindo dinheiro da caixa registadora e levando pouco menos de 1000 euros — valor reportado como cerca de 900 euros nos debates judiciais.

O Ministério Público acusou-o de roubo qualificado com arma, tentativa de furto com força, tentativa de introdução em domicílio habitado e contraordenações menores por posse e consumo de drogas. Estava sob influência de álcool e cocaína na altura, segundo as provas apresentadas em tribunal. O homem admitiu a maioria das acusações, incluindo durante a detenção cerca de um dia e meio depois, quando a polícia terminou uma grande operação perto do local inicial da perturbação.

A defesa argumenta que as ações resultaram de um episódio depressivo pós-traumático agravado pelo consumo de substâncias. Pedem que seja creditado o tempo dos oito meses já cumpridos em prisão provisória, solicitando nenhuma pena adicional de prisão. Continua a receber tratamento psicológico.

O rececionista do hotel testemunhou ter temido pela vida durante o confronto, descrevendo efeitos psicológicos duradouros que abalaram o seu sentimento de segurança no trabalho. O caso, julgado na terça-feira, atraiu significativa atenção local em meio à tensão inicial enquanto o suspeito permanecia em fuga.

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