Fornecedora de LSD de 14 anos abandona escola de Encamp após internamento de colega
Autoridades investigam após rapariga de 14 anos ficar gravemente doente com LSD fornecido por colega durante aulas, levando à saída da fornecedora e queixas da família contra a escola.
Pontos-chave
- Aluna de 14 anos deu selo de LSD a colega na escola secundária de Encamp, causando doença grave e 8 horas de observação hospitalar a 11 de maio.
- Fornecedora abandonou a escola no meio de investigação judicial sobre origem da droga e distribuição prévia.
- Família da vítima processou fornecedora e escola por resposta tardia e falta de diligência.
- Incidente separado: aluno feriu outro com garfo na cantina.
Uma aluna de 14 anos que forneceu um selo de LSD a uma colega na escola secundária de Encamp abandonou a instituição, confirmaram fontes próximas da escola. A saída segue uma investigação judicial lançada pela Batllia após a destinatária ter adoecido a 11 de maio e necessitado de quase oito horas de observação nos serviços de urgência hospitalar.
A rapariga afetada, também de 14 anos, sofreu sintomas graves que inicialmente confundiram o pessoal médico, uma vez que o seu estado de consciência alterado impediu uma explicação clara. Mais tarde, identificou o LSD como a causa, fornecido pela agora saída aluna durante o horário escolar. Os procuradores estão a investigar a origem da droga, se a fornecedora a tinha introduzido previamente na escola e se chegou a outros antes — pormenores que podem transformar o incidente num caso isolado em algo mais amplo. As autoridades suspeitam que o LSD era para uso pessoal dela.
A família da vítima apresentou queixas não só contra a fornecedora, mas também contra a escola, citando falta de diligência e resposta demorada. Fontes educativas criticaram os responsáveis por não terem notificado imediatamente a polícia e convocado as famílias envolvidas, apesar da aparente natureza isolada do caso. Atribuíram a abordagem cautelosa ao conhecimento prévio de que a aluna planeava sair de Andorra após o fim do período letivo, embora a publicidade do caso e a queixa tenham acelerado a sua saída.
Os dirigentes da escola enviaram mais tarde uma carta aos pais, que a comunidade acolheu mas muitos criticaram pelo momento — enviada semanas após o incidente e só após a cobertura mediática. Os responsáveis sublinharam a cautela no tratamento do caso devido à menoridade dos envolvidos e à sensibilidade em curso.
Num episódio separado e não relacionado na mesma escola, um aluno feriu outro ao lançar um garfo na cantina durante um acesso de raiva; fontes descreveram tais incidentes como altamente invulgares em Encamp. A investigação judicial prossegue, com a família queixosa à espera de desenvolvimentos.
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