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Mulher andorrana acusada de ofensa grave por atropelar menino em passadiço na CG-2

Condutora de 29 anos enfrenta acusação de negligência grosseira após colisão em Incles. Parou logo ao vê-lo no capô, mas presume-se distração. Menino evacuado de helicóptero para Barcelona.

Pontos-chave

  • Condutora de 29 anos atropelou menino de 10 anos em passadiço pedonal em Incles antes das 8h de segunda-feira.
  • Menino em estado grave e sem resposta no ICU do Sant Joan de Déu em Barcelona.
  • Condutora passou testes de álcool e velocidade; suspeita de distração; carta suspensa.
  • Testemunha interrogada; condutora em liberdade condicional pendente da saúde do menino.

Uma mulher andorrana de 29 anos enfrenta acusações de ofensa corporal grave por negligência grosseira após atropelar um menino de 10 anos num passadiço pedonal ao longo da CG-2 em Incles na manhã de segunda-feira. Mantém-se em liberdade condicional com a carta de condução suspensa, pendente da condição médica da criança.

O menino continua em estado grave na unidade de cuidados intensivos do hospital infantil Sant Joan de Déu, em Barcelona, onde permanece sem resposta a estímulos. O pessoal médico monitoriza de perto a sua evolução, mas não emitiu previsões sobre a recuperação ou possíveis efeitos a longo prazo, considerando que ainda é prematuro para avaliar.

O embate ocorreu pouco antes das 8h perto de um complexo residencial, enquanto a condutora seguia em direção sul para o trabalho. Passou nos testes de alcoolemia e drogas à beira da estrada com resultados negativos e não excedia o limite de velocidade da via. A mulher relatou não ter consciência do impacto até notar o menino no capô do veículo, momento em que parou imediatamente. Os investigadores acreditam que uma distração contribuiu provavelmente, sem sinais de luzes ofuscantes ou avarias mecânicas. Tinha dormido bem previamente e estava alerta para as condições de trânsito.

A polícia deteve-a durante várias horas após as equipas de emergência estabilizarem o menino no local. Um helicóptero médico transportou-o então para o hospital Nostra Senyora de Meritxell para cuidados iniciais antes de o transferir de helicóptero para Barcelona. Uma testemunha ocular prestou depoimento que poderá esclarecer as circunstâncias do atravessamento, embora as autoridades não tenham divulgado mais pormenores.

O estatuto legal da condutora depende do resultado da saúde do menino. Fontes descrevem-na como profundamente angustiada e perplexa com o incidente. A investigação prossegue sem atualizações públicas adicionais.

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