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Polícia de Andorra detém jovem por alegada agressão sexual a menina de 13 anos

Autoridades prenderam um homem nos vinte e poucos anos por suspeita de agredir uma menor conhecida online; juiz libertou-o condicionalmente por falta de provas além do depoimento dela.

Pontos-chave

  • Suspeito nos 20 anos, residente latino-americano recente, detido na sexta após queixa familiar.
  • Menina conhecida via redes sociais; agressão com penetração digital confirmada por exame médico.
  • Juiz concedeu liberdade condicional no sábado, confiscou passaporte por risco de fuga.
  • Investigação em curso com proteção à vítima; presunção de inocência mantida.

A polícia de Andorra deteve na tarde de sexta-feira um jovem na casa dos vinte anos sob suspeita de agressão sexual contra uma menina de 13 anos, na sequência de uma queixa apresentada pela família da vítima mais cedo nesse dia.

Os dois terão-se conhecido através das redes sociais, onde estabeleceram algum tipo de contacto antes de combinarem encontrar-se pessoalmente. Durante o encontro, a menina terá resistido aos avanços do homem, embora a sua idade invalide qualquer consentimento ao abrigo da lei andorrana. Fontes indicaram que a agressão envolveu penetração digital, o que foi corroborado por exames médicos num hospital — para onde a menina se dirigiu pouco depois do incidente.

As autoridades atuaram rapidamente, detendo o suspeito, um residente latino-americano recente que vivia no principado há cerca de um mês. O processo foi transferido nessa mesma noite para a Batllia de serviço. No sábado de manhã, recolheu-se prova pré-constituída da vítima para evitar re-traumatização em futuros procedimentos.

O homem foi presente ao Batllia mais tarde nesse dia. Embora relatórios iniciais sugerissem possível detenção preventiva, o juiz optou pela liberdade condicional por volta das 21h, citando a falta de provas conclusivas para além do depoimento da menina. Para mitigar o risco de fuga — dado o curto tempo de residência em Andorra e a nacionalidade não comunitária —, o tribunal confiscou o passaporte e exigiu a comparência a todas as futuras citações judiciais.

A polícia descreveu o caso como altamente sensível devido ao envolvimento de uma menor, ativando protocolos para proteger a sua identidade e garantir apoio adequado à vítima. A investigação mantém-se em curso, com mais averiguações planeadas para esclarecer as circunstâncias. O suspeito mantém a presunção de inocência até resolução final.

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