Andorra avança reformas na lei de bem-estar animal com contributos de partes interessadas e apelos a medidas mais ousadas
Grupos de proteção animal como a ARPA defendem proibições de venda de animais de companhia, registos de infratores, formação obrigatória e partilha de dados transfronteiriços para prevenir abusos e reincidências.
Pontos-chave
- O Ministério de Andorra avança reformas na lei de bem-estar animal com contributos de partes interessadas, visando submissão antes do verão.
- A ARPA propõe proibição de venda de animais de companhia, registo de infratores, formação obrigatória para proprietários e voluntariado para reintegração.
- Recomendações incluem partilha de dados transfronteiriços com Espanha e França para prevenir reincidências.
- Grupos como o GosSOS defendem penas mais duras, proibição de ferramentas dolorosas e alargamento das definições de abuso.
O Ministério do Ambiente, Agricultura e Pecuária chegou à fase final das reformas à lei de proteção e bem-estar animal de Andorra, pendente de últimas revisões e reuniões com partes interessadas como o Colégio de Veterinários, abrigos, a federação de caça, agricultores e comuns. As autoridades planeiam submeter o texto atualizado ao Consell General antes do verão, com foco em salvaguardas mais fortes através de disposições mais rigorosas.
Fontes originais
Este artigo foi agregado a partir das seguintes fontes em catalao:
- Bon Dia•
Proposen que calgui autorització prèvia per poder tenir animals
- El Periòdic•
ARPA proposa autoritzacions per tenir mascotes i un registre de sancionats per garantir una tinença responsable
- Altaveu•
Animalistes proposen crear un registre de maltractadors i perseguir la 'tinença fraudulenta'
- Diari d'Andorra•
Els grups animalistes volen prohibir la compravenda total de mascotes