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Homem de 24 anos de Encamp confessa roubo armado a hotel com martelo e arrisca 6,5 anos de prisão

Um homem de 24 anos de Encamp enfrenta até seis anos e meio de prisão após confessar um roubo armado num hotel central da paróquia na noite de 22-23 de agosto de 2025.

Sintetizado a partir de:
Diari d'AndorraAltaveuARA+3

Pontos-chave

  • Homem de 24 anos de Encamp confessa roubo armado a hotel com martelo, roubando 900-1000 euros.
  • Ministério Público pede 6,5 anos; acusações adicionais: tentativa de furto, invasão de domicílio, posse de cocaína.
  • Defesa culpa depressão pós-traumática após morte da mãe, pede fim da prisão preventiva.
  • Rececionista testemunhou ter temido pela vida, com efeitos psicológicos duradouros.

Um homem de 24 anos de Encamp enfrenta até seis anos e meio de prisão após confessar um roubo armado num hotel central da paróquia na noite de 22-23 de agosto de 2025.

A audiência decorreu na terça-feira perante o Tribunal de Corts. O Ministério Público pede seis anos por roubo qualificado com arma, depois de o arguido ameaçar uma rececionista com um martelo e roubar cerca de 900 ou 1000 euros da caixa registadora. Acusações adicionais incluem tentativa de furto com força, tentativa de invasão de domicílio habitado por escalada — ligada a danos no posto de turismo da Plaça del Consell e entrada num jardim privado — e uma contraordenação menor por posse e consumo de drogas tóxicas, especificamente cocaína com álcool.

O arguido, que vivia em Valladolid nos oito meses anteriores, confessou durante a detenção cerca de um dia e meio depois — na tarde de domingo perto do local inicial do crime — e novamente em tribunal. Seguiu-se uma grande operação policial aos incidentes, que causaram alarme generalizado em Encamp.

A defesa atribui o episódio a uma depressão pós-traumática após a morte da mãe num acidente de trânsito, notando que agiu por impulso sob influência nessa noite. Pedem que cumpra apenas os oito meses já passados em prisão preventiva, durante os quais recebeu tratamento psicológico. A rececionista do hotel testemunhou ter temido pela vida, descrevendo efeitos psicológicos duradouros que abalaram o seu sentimento de segurança no trabalho.

O caso permanece em julgamento, sem decisão reportada ainda.

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Fontes originais

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