Família realiza memorial pelo estudante andorrano esfaqueado Manu enquanto julgamento do suspeito pende em aberto
Um ano após a rixa fatal num bar de Braga, um tribunal português decidirá segunda-feira sobre as alegações de enviesamento judicial da defesa que suspenderam a acusação de homicídio agravado contra o suspeito brasileiro Matheus Machado.
Pontos-chave
- Família do estudante esfaqueado Manu realizou missa de memorial um ano após a rixa fatal num bar de Braga.
- Tribunal português decidirá segunda-feira sobre alegações de enviesamento da defesa que suspenderam o julgamento por homicídio agravado do suspeito brasileiro Matheus Machado.
- Ataque resultou de altercação por suspeita de adulteração de bebida; Machado acusado de homicídio agravado, enfrenta pena de 25 anos.
- Julgamento interrompido após defesa alegar enviesamento judicial; testemunhas identificaram Machado como o agressor.
Um ano após o esfaqueamento fatal do estudante andorrano de 19 anos Manuel de Oliveira Gonçalves, conhecido como Manu, à saída de um bar em Braga, Portugal, a sua família realizou uma missa de sufrágio no domingo à tarde na igreja Sant Pere em Pas de la Casa. A cerimónia coincidiu com a suspensão em curso do julgamento contra o suspeito brasileiro Matheus Marley Machado, enquanto um tribunal superior em Guimarães se prepara para decidir sobre as alegações de enviesamento judicial da defesa esta segunda-feira.
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