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Polícia investiga agressão em grupo a menina de 11 anos perto de paragem de autocarro em Andorra

A polícia em Andorra está a investigar uma agressão em grupo a uma menina de 11 anos perto da paragem de autocarro de Prat del Roure, em Escaldes-Engordany, que resultou numa costela fraturada,

Sintetizado a partir de:
Diari d'AndorraLa Veu LliureAltaveu+1

Pontos-chave

  • Menina de 11 anos agredida por grupo de 12-18 anos perto de paragem de autocarro em Andorra, com costela fraturada e hematomas.
  • Vítima atraída por colega sob pretexto, agredida após tensões em WhatsApp com conteúdos explícitos.
  • Relatos contraditórios das partes; polícia investiga papéis e premeditação.
  • Caso destaca violência juvenil e dinâmicas online entre adolescentes.

A polícia em Andorra está a investigar uma agressão em grupo a uma menina de 11 anos perto da paragem de autocarro de Prat del Roure, em Escaldes-Engordany, que resultou numa costela fraturada, hematomas e contusões.

Aconteceu na segunda-feira por volta das 17h30. A vítima, que regressava a casa sozinha após a escola, foi abordada por outra rapariga e levada para uma área próxima de contentores de lixo com o pretexto de conversarem. Outros jovens juntaram-se depois, transformando o encontro numa agressão, segundo o relato da família. Ela avisou a família alegando que o autocarro estava atrasado devido a perturbações de trânsito causadas pela visita do co-príncipe francês. Um transeunte encontrou-a mais tarde, ofereceu ajuda e alertou os agentes, que acorreram ao local e iniciaram as primeiras averiguações.

Todas as partes envolvidas foram identificadas, dizem fontes policiais, mas persistem relatos contraditórios sobre as origens e o desenrolar do incidente, o que poderá levar a contra-queixas. O grupo incluía dois rapazes e várias raparigas, algumas com mais de 18 anos, com idades entre os 12 e os 18; um relatório referiu oito jovens, na maioria menores.

O confronto surgiu de tensões há semanas num grupo de WhatsApp onde membros partilharam conteúdos sexuais e fizeram comentários explícitos. A menina manifestou desconforto, tentou sair e enfrentou gozo e insultos. Alguns participantes sugeriram então um encontro presencial, que ela recusou inicialmente.

A mãe apresentou queixa na manhã de terça-feira em Andorra la Vella, apoiada num relatório médico que confirma as lesões. Os agentes estão a avaliar os papéis individuais, eventuais indícios de premeditação e responsabilidades, incluindo a análise de mensagens digitais para deteção de ameaças prévias.

A polícia abriu uma investigação formal, com mais pormenores sobre suspeitos ou lesões pendentes à medida que as averiguações prosseguem. O caso reacendeu a atenção para a violência juvenil e as dinâmicas online entre adolescentes.

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