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Política·

Sindicato SHA reúne-se com ministra catalã da Habitação para contestar desregulamentação de arrendamentos

Representantes exigiram alterações para habitação digna, acessível e estável, criticando a ignorância das preocupações públicas, com protesto maior planeado para 16 de maio.

Pontos-chave

  • Sindicato SHA reuniu-se com a ministra catalã Conxita Marsol para contestar projeto de desregulamentação de arrendamentos.
  • Exigiram modificações para habitação digna, acessível e estável, citando preocupações públicas ignoradas.
  • Encontro seguiu documento de posição do SHA; sem ordem de trabalhos do ministério.
  • SHA planeia grande protesto a 16 de maio contra o projeto.

Representantes do Sindicat de l’Habitatge (SHA) reuniram-se na terça-feira às 19h com Conxita Marsol, ministra da Presidência, Economia, Trabalho e Habitação, para discutir as exigências do sindicato relativamente a um projeto de lei do governo que desregulamenta os contratos de arrendamento, atualmente em análise no parlamento.

O ministério marcou o encontro após receber o documento de posição do SHA sobre a proposta, que visa eliminar os controlos sobre os arrendamentos. Os membros do sindicato consideraram a sessão uma oportunidade para pressionar por modificações, notando que a disponibilidade do governo para se reunir indicava margem para incorporar as suas ideias. Acrescentaram, no entanto, que os responsáveis não forneceram ordem de trabalhos e que o próprio SHA propôs os pontos principais de discussão.

Nas conversas, o sindicato transmitiu as preocupações reais dos cidadãos e criticou o projeto por ignorar questões centrais levantadas numa manifestação a 5 de abril de 2025. Os membros deixaram claro a Marsol que a habitação deve ser “digna, acessível e estável” para proteger os direitos dos residentes, e lamentaram que as suas sugestões anteriores ao executivo tivessem sido ignoradas.

O SHA mantém-se fortemente crítico do projeto de lei e prepara uma grande manifestação a 16 de maio para amplificar a oposição pública. Os representantes esperam que o encontro produza soluções concretas, alinhando a legislação com as suas propostas.

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