Provedor de Justiça dos Cidadãos acolhe formação sobre IA, digitalização e direitos humanos a 22 de maio de 2026
O Provedor de Justiça dos Cidadãos organiza formação sobre IA, digitalização e direitos humanos para administradores públicos a 22 de maio de 2026, em La Llacuna, orientada pelo especialista Ismael Emiliano Rins, equilibrando benefícios tecnológicos e riscos para os direitos.
Pontos-chave
- Provedor de Justiça dos Cidadãos acolhe formação sobre IA, digitalização e direitos humanos a 22 de maio de 2026, em La Llacuna.
- Dirigida a líderes da administração pública, orientada pelo especialista Ismael Emiliano Rins.
- Foca o equilíbrio entre eficiências tecnológicas e riscos para direitos, acesso e relações com cidadãos.
- Inclui apresentações, debates e aplicações práticas para a gestão pública.
A Instituição do Provedor de Justiça dos Cidadãos anunciou uma sessão de formação estratégica intitulada “Inteligência Artificial, Digitalização e Direitos Humanos na Administração Pública”, agendada para 22 de maio de 2026, das 10h às 12h, no auditório de La Llacuna.
Dirigida a diretores, técnicos, funcionários responsáveis pela transformação digital e titulares de cargos políticos, o evento será orientado por Ismael Emiliano Rins, advogado com mestrado em direitos humanos pela Universidade de Alcalá. Rins, que desempenha as funções de secretário técnico da Federação Ibero-Americana de Ombudsman (FIO), especializa-se nos efeitos da digitalização nos Estados e nos direitos humanos. Coordena também iniciativas globais sobre educação para a cidadania digital e inteligência artificial nos setores públicos.
A sessão promove uma abordagem centrada na pessoa nas atualizações tecnológicas, equilibrando as eficiências da inteligência artificial e das ferramentas digitais face a riscos como a automatização, lacunas de acesso e enfraquecimento dos laços entre instituições e cidadãos. As discussões abrangerão tensões entre a celeridade administrativa e a proteção dos direitos, mudanças nas relações Estado-cidadão, impactos nas populações vulneráveis, direitos a canais de serviço não digitais e deveres institucionais na implementação tecnológica.
Os participantes poderão esperar uma combinação de apresentações conceptuais, debates interativos e aplicações práticas à gestão pública real, como a conceção de procedimentos, o tratamento de dados pessoais e o uso de sistemas de decisão automatizados.
Xavier Cañada, o Provedor de Justiça dos Cidadãos, afirmou que o objetivo é capacitar os organismos públicos para enfrentar os desafios digitais sem comprometer a igualdade, a acessibilidade ou a dignidade humana dos cidadãos. A iniciativa aberta visa fomentar o pensamento estratégico na ação pública em meio às mudanças tecnológicas.
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