Voltar ao inicio
Política·

Social Democratas andorranos renovam pressão sobre atrasos na Imigração após dois anos

O Partido Social Democrata critica as ineficiências persistentes do Departamento de Imigração e exige ao Governo dados sobre tempos de espera, pessoal e digitalização, face a queixas de empresas e trabalhadores.

Pontos-chave

  • Deputado PS Pere Baró apresenta perguntas ao Conselho Geral sobre esperas longas e visitas múltiplas
  • Partido alertou pela primeira vez em maio de 2024; situação inalterada ou pior
  • Perguntas pedem dados sobre tempos de espera, recursos, queixas e planos de digitalização
  • PS exige ação imediata para melhorar eficiência e reduzir visitas presenciais

O Partido Social Democrata (PS) renovou o apelo ao Governo andorrano para resolver os atrasos persistentes e as ineficiências no Departamento de Imigração, citando queixas contínuas de trabalhadores e empresários.

Pere Baró, líder adjunto do grupo parlamentar do PS, registou um novo conjunto de perguntas escritas no Conselho Geral, salientando os longos tempos de espera, a necessidade de múltiplas visitas presenciais para concluir os procedimentos e a falta de digitalização. Estes problemas, segundo o partido, estão a prejudicar tanto os cidadãos como a comunidade empresarial.

O PS destacou que pela primeira vez alertou para as deficiências do departamento em maio de 2024. «Dois anos depois, as queixas continuam a chegar e tudo indica que a situação não só não melhorou como pode ser a mesma ou até pior», afirmou o grupo em comunicado. As perguntas de Baró solicitam a avaliação do Governo sobre as operações atuais, juntamente com dados objetivos sobre os tempos médios de espera, o número de visitas necessárias por caso e o número de queixas de utentes recebidas.

O partido pediu também detalhes sobre se os níveis de pessoal, os recursos materiais e os horários de funcionamento são suficientes para um serviço eficiente, e que medidas o executivo pretende implementar para reforço. Exigiu atualizações sobre o progresso da digitalização, incluindo planos para submissão de documentos em linha de modo a minimizar as visitas presenciais e simplificar a administração.

Baró apelou ao Governo para tomar medidas imediatas. «Há dois anos avisámos para este problema. Hoje, longe de resolvido, continuamos a receber queixas de trabalhadores e empresários que indicam que a situação permanece altamente preocupante. O Governo não pode normalizar um serviço essencial a funcionar desta forma», afirmou.

Partilhar o artigo via