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Política·

Escaldes-Engordany envia contratos de arrendamento ao Governo esta semana após atraso

A paróquia não entregou dados de habitação na sexta-feira por falta de tempo, mas planeia fazê-lo em breve. Líderes de ambos os lados priorizam cooperação em vez de ações judiciais para reforçar a fiscalização.

Pontos-chave

  • Cònsol Major Rosa Gili anunciou domingo que vários contratos estão prontos para envio.
  • Dados necessários para regulações habitacionais e monitorização de aumentos de renda.
  • Gili e Chefe do Governo Xavier Espot acordaram colaboração, com oferta de apoio governamental.
  • Espot espera resolução amigável, evitando tribunais após ameaça inicial.

Escaldes-Engordany vai enviar ao Governo detalhes de vários contratos de arrendamento esta semana, após não os ter entregue na passada sexta-feira devido a limitações de tempo.

A Cònsol Major Rosa Gili anunciou o plano no domingo, referindo que o conselho paroquial tem "alguns contratos" prontos para encaminhar nos próximos dias. A informação diz respeito a dados de habitação há muito solicitados, necessários para fazer cumprir as regulações e monitorizar os aumentos de renda. Gili sublinhou a vontade contínua da paróquia de colaborar entre administrações, particularmente em matérias de habitação e outras.

Confirmou ter falado diretamente com o Chefe do Governo Xavier Espot, com quem acordou trabalhar em conjunto. Gili descreveu o diálogo como a abordagem mais eficaz, afirmando que é "mais construtivo, tanto para as tarefas em mãos como para as relações entre instituições".

Espot reconheceu a transmissão iminente e disse que o Governo chegou mesmo a oferecer apoio de pessoal, face às alegações da paróquia de recursos humanos limitados — um problema não exclusivo de Escaldes-Engordany. Acrescentou que o executivo atribuiria alguém em comissão especial, se necessário, para recolher os dados.

Quanto à ameaça inicial do Governo de recorrer aos tribunais, Espot esclareceu que tais passos começam com uma intimação extrajudicial. Com os dados agora devidos, expressou a esperança de resolver a questão de forma amigável, evitando processos judiciais e poupando dores de cabeça a todos.

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