Voltar ao inicio
Política·

Consellera Major de Escaldes promete segurança reforçada na Festa Major

Após as rixas no festival de Encamp, as autoridades de Escaldes-Engordany aumentam a presença policial, alertas de trânsito e apoio de voluntários para um evento seguro e familiar.

Pontos-chave

  • Rosa Gili promete vigilância máxima para a Festa Major de Escaldes-Engordany a partir de quarta-feira.
  • Resposta aos incidentes 'lamentáveis' em Encamp com mais polícia e voluntários.
  • Gili quer preservar o ambiente familiar e a reputação de segurança de Andorra.
  • Sem avanços nos litígios de contratos de arrendamento; prefere diálogo a publicidade.

Rosa Gili, a consellera major de Escaldes-Engordany, prometeu uma vigilância reforçada para a Festa Major da paróquia, que arranca na quarta-feira, na sequência de incidentes recentes durante as celebrações de Encamp.

Gili sublinhou a necessidade de manter o máximo de alerta, apesar das ações policiais que ajudaram a reduzir as tensões. Descreveu os acontecimentos em Encamp como «lamentáveis» e enfatizou a preservação do ambiente convivial típico das festas populares de Andorra. «Queremos eventos virados para a família para todos, sem nunca perder esse sentido — e realidade — de segurança que este país sempre teve», afirmou.

Embora reconheça que houve lutas em alguma medida em celebrações passadas, Gili notou que as recentes podem ter ganho uma atenção desproporcionada. O concelho local planeia manter o Serviço de Trânsito em alto alerta e espera que a polícia desdobre recursos suficientes. A Unió Pro-Turisme Escaldes-Engordany vai fornecer um apoio extenso no terreno através de numerosos voluntários.

Gili expressou confiança nestas medidas para garantir o bom andamento dos eventos e proteger a reputação de segurança de Andorra. Sobre tensões separadas com o governo nacional relativas a contratos de arrendamento, reportou falta de progressos, mas reiterou o compromisso em resolver os assuntos através do diálogo em vez de declarações públicas. «As coisas resolvem-se a falar, não com manchetes ou grandes revelações em locais onde não podemos intervir», acrescentou.

Partilhar o artigo via