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Social-democratas andorranos exigem ação urgente na Residència Albó

O conselheiro Pere Baró apresentou perguntas ao governo sobre falhas nos cuidados e sobrecarga de pessoal na residência gerida pela Fundació Privada Nostra Senyora de Meritxell. Enfatiza medidas proativas para evitar agravamento.

Pontos-chave

  • Pere Baró questionou números de residentes, perfis, critérios de admissão e necessidades de cuidados além do design da instalação.
  • Perguntou sobre níveis de pessoal adequados às demandas e eventuais sobrecargas afetando cuidados ou trabalhadores.
  • Solicitou detalhes sobre medidas para qualidade de cuidados, bem-estar dos funcionários e possíveis expansões ou alternativas.
  • Baró: 'A atenção aos mais vulneráveis deve permanecer uma prioridade'

O grupo parlamentar dos social-democratas instou o governo andorrano a tomar medidas imediatas na Residència Albó, um lar de cuidados gerido pela Fundació Privada Nostra Senyora de Meritxell, para garantir que os residentes recebam o apoio adequado e o pessoal enfrente condições de trabalho apropriadas.

O conselheiro-geral Pere Baró apresentou uma série de perguntas escritas ao executivo, solicitando informações detalhadas sobre as operações atuais da instalação. Exigiu dados sobre o número e os perfis dos residentes, juntamente com os critérios usados para admissões, e se alguns agora requerem cuidados para além do design inicial do lar. Baró também perguntou sobre colocações alternativas para esses casos.

As suas perguntas estenderam-se aos níveis de pessoal, questionando se estes se alinham com o número e as necessidades dos residentes, e se mudanças operacionais levaram a ajustes de recursos ou a sobrecargas que possam prejudicar residentes ou trabalhadores.

Baró solicitou detalhes sobre as medidas já implementadas ou planeadas para salvaguardar a qualidade dos cuidados e o bem-estar dos funcionários. Perguntou ainda se o governo pretende expandir, adaptar ou introduzir novos recursos para aqueles que carecem de opções adequadas.

"Não podemos esperar que os problemas cresçam antes de intervir. A atenção aos mais vulneráveis deve permanecer uma prioridade", afirmou Baró.

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