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Transportes·

Andorra Aprova 1,35 M€ Adicionais para Heliporto de La Caubella Amid Sobrecustos

O Governo andorrano aprovou um pagamento adicional de 1.354.845 € para apoiar a concessão do heliporto nacional em La Caubella, conforme publicado no Butlletí Oficial del Principat d'Andorra (BOPA)

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AltaveuARAEl Periòdic+1

Pontos-chave

  • Governo andorrano aprova 1,35 M€ extras para heliporto de La Caubella para cobrir sobrecustos.
  • Financiamento governamental total agora 5-6,5 M€ para projeto de 12 M€, próximo da conclusão no verão.
  • Pagamento aborda custos crescentes com materiais, terraplanagem e aumentos de índices de preços.
  • Concessão de 30 anos inclui compensação estatal por perdas e cânone de partilha de lucros.

O Governo andorrano aprovou um pagamento adicional de 1.354.845 € para apoiar a concessão do heliporto nacional em La Caubella, conforme publicado no Butlletí Oficial del Principat d'Andorra (BOPA) em 1 de abril de 2026. Os fundos, alocados à concessionária Heliports d’Andorra 360, SA, abordam os custos de construção crescentes, flutuações nos preços dos materiais, terraplanagem, aumentos do índice de preços ao consumidor e despesas com a relocalização de um circuito de BTT próximo.

Governo spokesperson Guillem Casal descreveu a injeção como um ajuste contratual, mantendo o gasto total do Estado em torno de 7 milhões de euros — em linha com as estimativas de 2023. Isto cobre até 75% dos custos de construção, com o operador a financiar o resto. Até agora, o governo contribuiu com cerca de 5-6,5 milhões de euros, elevando o total do projeto para mais de 12 milhões de euros devido a sobrecustos.

A concessão de 30 anos equilibra o risco público e os potenciais retornos. O Estado revê e compensa anualmente quaisquer perdas operacionais. Se rentável, o operador paga um cânone: 10% do EBITDA sem preclearance (processamento aduaneiro pré-frontaliceiro), ou 15% com ele. Nos restantes 28 anos, os pagamentos anuais de amortização poderão atingir um máximo de 90.000 €.

A construção está próxima da conclusão, com a plataforma de aterragem quase pronta e os edifícios de serviço em fase final. Casal espera plena prontidão no verão, após o que o operador assume a gestão. Os serviços iniciais podem ser limitados, expandindo-se com base em negociações privadas e procura. Ao contrário dos aeroportos, o heliporto prioriza voos sob demanda em vez de horários fixos, oferecendo ligações flexíveis.

Casal observou que a recuperação dos fundos depende do desempenho: «Estas contribuições podem ser recuperadas mais tarde se a infraestrutura funcionar.» Rotas específicas permanecem não divulgadas, pois envolvem acordos privados. Não surgiram detalhes sobre problemas de pagamento do operador a subcontratados, levantados por algumas fontes.

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