Polícia de Andorra avisa vloggers por excesso de velocidade em trotinetas elétricas
Criadores de conteúdo apanhados a 55 km/h numa zona de 25 km/h durante vlog de travessia do país recebem advertência em vez de multas após explicarem desafio.
Pontos-chave
- Pilotos atingiram 55 km/h em zona de 25 km/h enquanto filmavam vlog de Pas de la Casa a Sant Julià.
- Polícia detetou velocidade via radar na descida, notou circulação pelo centro da estrada.
- Criadores alegaram limite de 25 km/h com excesso por inércia; agentes optaram por advertência.
- Indicados a usar bordas, coletes refletores; pilotos elogiaram «policiais fantásticos».
A polícia de Andorra parou dois criadores de conteúdo que circulavam em trotinetas elétricas a 55 km/h numa zona de 25 km/h enquanto filmavam um vlog de travessia do país desde Pas de la Casa até Sant Julià de Lòria, emitindo uma advertência em vez de multas.
O incidente ocorreu quando os pilotos, incluindo Jutrax que publicou as imagens online, viajavam por um troço onde desciam pelo meio da estrada. Os agentes pararam-nos após detetarem a velocidade excessiva numa descida. O vídeo do encontro mostrou uma das trotinetas a atingir 49 km/h, embora Jutrax tenha explicado à polícia que os aparelhos estavam limitados a 25 km/h e que qualquer leitura superior resultava da «inércia» na descida.
Os agentes confirmaram a leitura de 55 km/h no radar e sublinharam que tais velocidades não eram permitidas, especialmente no centro da via. Após os pilotos descreverem o desafio do vlog, a polícia analisou as circunstâncias e optou por não aplicar sanções, referindo a existência de ciclovias em partes do percurso. Indicaram ao par para se manterem nas bordas da faixa de rodagem, usarem coletes refletores e evitarem o meio da estrada.
Jutrax disse que comprariam refletores no centro da cidade ao cair da noite. Os criadores pediram desculpa, receberam votos de sucesso no projeto por parte dos agentes e retomaram a viagem para Sant Julià. Jutrax elogiou mais tarde a polícia em frente à câmara, descrevendo-os como «policiais fantásticos».
Fontes originais
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