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Transportes·

Conselheira andorrana questiona novo design de carta de condução sem aviso

A socialdemòcrata Laia Moliné desafia o Governo sobre as cartas de condução melhoradas biometricamente introduzidas sem aviso desde dezembro de 2025, exigindo pormenores.

Sintetizado a partir de:
Diari d'AndorraARAEl PeriòdicAltaveu

Pontos-chave

  • Novas cartas desde dez. 2025 incluem números de série, janela transparente na foto, hologramas antifalsificação.
  • Alterações alinham-se com padrões internacionais; cartas existentes válidas até ao fim do prazo.
  • Moliné surpreendida pela falta de aviso público, apresentou perguntas sobre data de início, motivos, notificações a vizinhos.
  • Questão a ser discutida no parlamento a 15 de janeiro.

A conselheira socialdemòcrata Laia Moliné questionou o Governo sobre um novo design de carta de condução andorrana, introduzido sem aviso público, que apresenta medidas de segurança melhoradas, incluindo controlos biométricos e elementos antifalsificação.

A carta de condução atualizada, em circulação desde dezembro de 2025, inclui um número de série único sob a fotografia de cada titular — ligado à data de emissão e à pessoa no registo de cartas de condução para maior rastreabilidade. Na frente tem uma janela transparente com uma fotografia miniatura do titular e um holograma da sua data de nascimento, ao lado da bandeira andorrana no topo. Estas alterações visam cumprir padrões internacionais ao mesmo tempo que dificultam a falsificação. As cartas existentes mantêm-se válidas até ao termo da validade, aplicando-se o novo formato apenas nas renovações.

Moliné levantou a questão após residentes terem relatado o receção dos documentos redesenhados em renovações recentes. «Surpreendeu-me bastante, porque não tinha visto qualquer anúncio do Governo sobre isso», disse ela. Apresentou uma pergunta oral sobre a data de início da implementação, as alterações precisas e os motivos — em particular eventuais acordos internacionais. Perguntou também se os países vizinhos foram notificados oficialmente e quando, além dos planos para informação pública.

A conselheira sublinhou que as cartas de condução são documentos oficiais de uso diário, pelo que qualquer alteração de formato ou processo exige atualizações públicas claras e garantias de reconhecimento no estrangeiro.

A pergunta está agendada para a sessão parlamentar de 15 de janeiro.

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