Moradores de Encamp exigem extensão das galerias de serviços nas obras da Avinguda Joan Martí
Habitantes de Encamp renovam pressão para completar as galerias de utilidades durante a remodelação em curso da avenida, citando benefícios de manutenção e falta de consulta.
Pontos-chave
- Moradores exigem extensão das galerias de serviços construídas há 7 anos, que cobrem só metade da Avinguda Joan Martí.
- Cònsol Mas citou estudos mas depois problemas de financiamento; sem atualizações do conselheiro Rascagnères.
- Obras começaram a 19 de janeiro de 2026, após sessão de informação, sem consulta prévia aos vizinhos afetados.
- Porta-voz Torres chama-lhe 'abuso de autoridade'; grupo vê remodelação como chance para corrigir infraestrutura negligenciada.
Um grupo de moradores e proprietários em Encamp renovou a sua campanha exigindo que as obras em curso na Avinguda Joan Martí incluam a extensão das galerias de serviços, que atualmente cobrem apenas metade do troço.
As galerias, construídas há sete anos desde Arinsol até Genil, não chegam a Prada de Moles. Os vizinhos argumentam que a extensão permitiria alojar utilidades, facilitar o acesso para manutenção e evitar escavações na via. Levantam formalmente a questão em 2024, quando o concurso para a remodelação da avenida não previu essa medida. Numa carta assinada por 31 pessoas, pressionaram o comú local a agir.
A Cònsol Laura Mas respondeu por carta, afirmando que estudos estavam em curso para avaliar a viabilidade da galeria, com resultados a serem partilhados depois. Os moradores dizem que falaram depois diretamente com ela, tendo-lhes sido dito que não havia financiamento disponível. Procuraram então uma reunião com o conselheiro de Obras e Entidades, Benjamí Rascagnères, que os recebeu mas não deu atualizações — embora afirmem que a utility elétrica FEDA concordara em cobrir os trabalhos elétricos.
A frustração explodiu quando as obras começaram sem mais consulta. Os moradores souberam da data de início a 9 de janeiro de 2026 através de reportagens nos media. O comú realizou uma sessão de informação a 12 de janeiro, delineando fases e o projeto final, mas a fase um arrancou a 19 de janeiro sem debate prévio com os mais afetados.
O porta-voz Àngel Torres acusou o conselho de «abuso de autoridade», acrescentando: «Ninguém falou com os vizinhos para pedir a nossa opinião.» O grupo vê a remodelação — motivada por anos de negligência — como uma oportunidade para finalmente completar a infraestrutura. O comú não comentou mais desde o início das obras.
Fontes originais
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