Greve de comboios na Catalunha paralisa comboios e estradas para Barcelona
Maquinistas suspendem serviços exigindo garantias de segurança por escrito da Adif, agravando o caos no trânsito após acidente em Gelida e fecho da AP-7.
Pontos-chave
- Serviços de comboios suspensos enquanto o Semaf rejeita medidas de segurança sem garantias por escrito da Adif.
- Fecho da AP-7 e acidente em Gelida causam engarrafamentos de 18 km na A-2 e aumento de 85% na C-32.
- Governo catalão abre processo disciplinar contra a operadora Renfe.
- Serviço de Trânsito abre vias BUS a todos os veículos, define desvios e suspende zonas de emissões reduzidas.
Os serviços de comboios em toda a Catalunha, incluindo Rodalies e linhas regionais, mantiveram-se suspensos na manhã de quinta-feira, pois os maquinistas recusaram retomar as operações sem garantias de segurança por escrito da Adif. O sindicato Semaf descreveu as medidas atuais como inadequadas, enquanto a Renfe reconheceu que não podia garantir o serviço até ser alcançado um acordo. O Governo catalão abriu um processo disciplinar contra o operador.
A perturbação ferroviária agravou o caos nas principais estradas de acesso a Barcelona, exacerbado pelo anterior acidente ferroviário em Gelida e pelo fecho da autoestrada AP-7 entre Martorell e Sant Sadurní d’Anoia, anunciado na quarta-feira por razões de segurança. O trânsito na A-2 acumulou 18 quilómetros em direção à cidade, enquanto os volumes na C-32 aumentaram 85%. Registaram-se também atrasos significativos e desvios nas estradas C-33, C-58 e C-16.
O Serviço de Trânsito catalão respondeu abrindo a via BUS-VAO a todos os veículos exceto camiões, designando rotas alternativas e suspendendo temporariamente as zonas de emissões reduzidas na área metropolitana. As autoridades exortaram o público a usar opções de transporte alternativas e a consultar os canais oficiais para atualizações de viagem.
Fontes originais
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