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Ambiente·

FEDA e FACiP renovam pacto para repovoar rios andorranos com trutas

A renovação da parceria centra-se na repovoação de trutas-castanhas autóctones em rios e lagos, promovendo a biodiversidade. A FEDA, dependente de recursos hídricos, visa compensar impactos operacionais, enquanto a FACiP elogia resultados anteriores e práticas sustentáveis.

Pontos-chave

  • Acordo assinado por Josep Maria Cabanes (FACiP) e Sílvia Calvó (FEDA) por três anos.
  • Foco na repovoação de trutas fario em rios e lagos como Engolasters.
  • Baseado em cinco anos de esforços de conservação bem-sucedidos.
  • Promove regulamentos de pesca, práticas sustentáveis e proteção da fauna.

FEDA e a Federação Andorrana de Caça e Pesca (FACiP) renovaram o seu acordo de colaboração para os próximos três anos, com o objetivo de reforçar as populações de trutas nos rios e lagos do Principado.

O pacto, assinado pelo presidente da FACiP, Josep Maria Cabanes, e pela diretora-geral da FEDA, Sílvia Calvó, nas instalações da FEDA, baseia-se em cinco anos de trabalho anterior. Visa espécies autóctones como a truta fario — conhecida localmente como truita fario — ao mesmo tempo que promove a consciencialização para os regulamentos de pesca e apoia o crescimento da fauna local.

Cabanes sublinhou a importância do pacto, referindo a supervisão da FEDA sobre lagos de alta montanha, incluindo os Engolasters. Destacou os resultados positivos dos esforços anteriores e a necessidade de manter a repovoação nestes locais.

Calvó enfatizou o compromisso da FEDA na proteção da flora e fauna de Andorra. A empresa energética, que depende de infraestruturas hídricas, vê o acordo como uma forma de compensar eventuais impactos das suas operações nos ambientes aquáticos.

O acordo incentiva também a promoção mais ampla da pesca e o cumprimento das suas regras, fomentando práticas sustentáveis nas vias navegáveis do país.

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