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Vendas no Grande Retalho de Andorra sobem 1,4% em abril apesar de descida nos alimentos

As grandes superfícies registaram crescimento nominal graças à procura forte de não alimentares, embora o volume tenha caído após ajuste pela inflação. Setor mais amplo beneficiou de vendas de combustíveis, mas enfrentou contração no emprego e descidas mensais.

Pontos-chave

  • Vendas em grandes superfícies +1,4% homólogo a preços correntes, com não alimentares +6,4% a compensar alimentos -2,3%.
  • A preços constantes, vendas -2% homólogo; emprego +4,2% com 65,8% mulheres.
  • Retalho amplo +2,2% homólogo por combustíveis +22,8%, mas emprego -1,7%.

As vendas nas grandes superfícies comerciais de Andorra aumentaram 1,4% em abril face ao ano anterior, impulsionadas por um aumento de 6,4% nos produtos não alimentares que compensou a descida de 2,3% nas vendas de produtos alimentares, segundo dados do Departamento de Estatística.

Após ajuste pelas variações de preços, o índice de vendas a preços constantes caiu 2% em termos homólogos, com as vendas de alimentos a descerem 5,4% e os produtos não alimentares a subirem 2,7%. Face a março, o índice geral de vendas a preços correntes diminuiu 4,5% após ajustes sazonais e de calendário.

O emprego nestas superfícies aumentou 4,2% em termos homólogos e 0,6% face a março. As mulheres representaram 65,8% da mão de obra, os homens 34,2%, e 91,3% tinham contratos a tempo completo.

No setor mais amplo do comércio a retalho, as vendas cresceram 2,2% em termos homólogos, impulsionadas por um salto de 22,8% nos combustíveis que contrabalançou as descidas de 2,1% e 5,8% nos alimentos e outros produtos, respetivamente. A preços constantes, o índice subiu ligeiramente 1,1%, embora os alimentos tenham caído 5,2%, os outros produtos 9% e os combustíveis 5,7%. Mês a mês, as vendas não ajustadas desceram 8,5% face a março, enquanto o índice a preços constantes caiu 8,9%, com os combustíveis a descerem 19,2% e os outros produtos 12%.

O emprego no retalho contraiu 1,7% em termos homólogos e 2,1% face a março. As mulheres representaram 59,7% do pessoal — uma descida de 2,2 pontos percentuais face ao ano anterior —, enquanto os homens foram 40,3%, um aumento de 3,4 pontos. Os trabalhadores a tempo completo representaram 86,7% do total.

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